O sigilo da fonte e o encontro fortuito de prova
Um jornalista do Maranhão publicou reportagens sobre o uso de veículos oficiais por familiares de um ministro do Supremo.
Em março, teve casa e equipamentos vasculhados por ordem judicial , sob a suspeita de perseguição.
A polícia devolveu os aparelhos, mas antes leu o que havia dentro, e nas conversas guardadas achou quem passara as informações ao repórter, um ex-secretário de Segurança e desafeto político do ministro.
Meses depois, foi a porta desse informante que foi arrombada.
A segunda busca tinha por alvo, declaradamente, a fonte primária da reportagem.
Leia mais (08/20/2026 - 22h00)
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