sexta-feira, 9 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› A violência digital entre adolescentes numa sociedade que banaliza o ódio› Robôs que imitam animais podem transformar tarefas do dia a dia› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI› Processo contra McDonald's nos EUA por precificação baseada em IA levanta novas questões› USA Today processa OpenAI por violação de direitos autorais› EUA suspendem Microsoft de programa para residência de estrangeiros› American Airlines amplia implantação de WiFi da Starlink para toda frota› Trump diz que tratará como 'inimigo' quem não disser 'superinteligência' em vez de IA› A violência digital entre adolescentes numa sociedade que banaliza o ódio› Robôs que imitam animais podem transformar tarefas do dia a dia› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI› Processo contra McDonald's nos EUA por precificação baseada em IA levanta novas questões› USA Today processa OpenAI por violação de direitos autorais› EUA suspendem Microsoft de programa para residência de estrangeiros› American Airlines amplia implantação de WiFi da Starlink para toda frota› Trump diz que tratará como 'inimigo' quem não disser 'superinteligência' em vez de IA
Últimas

Moraes mira vício processual e falta de ato de ofício a favor do Master como estratégia de defesa

Folha de S.Paulo ·
Moraes mira vício processual e falta de ato de ofício a favor do Master como estratégia de defesa

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Os posicionamentos do ministro Alexandre de Moraes , do STF (Supremo Tribunal Federal), indicam por enquanto que o magistrado pode se defender por duas frentes principais no caso do Banco Master : questionar vícios no processo que apura sua ligação com Daniel Vorcaro e negar que exista um ato de ofício que o vincule à instituição do ex-banqueiro.

No documento de 44 páginas, enviado em resposta a um despacho de Fachin, Moraes nega irregularidades e chama de "farsa" o relatório da Polícia Federal que embasou a discussão na corte. Na sessão, usou o termo "investigação fraudulenta" e reclamou de tratamento diferente em relação ao colega André Mendonça em relação aos prazos dados a cada um nos processos que os envolvem.

Em termos processuais, Moraes questiona três pontos. São eles a competência de Mendonça para determinar a investigação, a forma como a prova foi obtida e preservada e a existência de um suposto pedido de Mendonça para incluí-lo em uma delação.

O ministro argumenta que Mendonça não teria competência para determinar, sozinho, a produção de um relatório de investigação sobre um colega de tribunal, sem pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República) nem autorização do plenário.

A advogada Pamela Torres Villar, especialista em direito penal pela Universidade de Coimbra, avalia que esse argumento tem consistência lógica.

Para ela, a validade do relatório está diretamente ligada à validade da conduta de Mendonça ao pedi-lo. "Como você vai decidir se é nulo se você não decidiu, se não se aprofundou e não decidiu se foi adequado ou não a conduta do ministro que pediu a elaboração desse relatório?", questiona.

A criminalista Maíra Salomi, professora da FGV Direito SP, considera equivocada a leitura de Moraes de que a sessão estaria restrita a votar apenas a nulidade do relatório. Segundo ela, caso o colegiado decida que o relatório não é nulo, a PGR deveria se manifestar sobre o mérito das mensagens atribuídas a Vorcaro, o que abriria caminho para a análise do conteúdo, e não apenas da forma.

Sobre a preservação da prova, o ofício afirma que o relatório da PF "quebrou totalmente a cadeia de custódia" das mensagens atribuídas a Moraes. O termo se refere ao conjunto de procedimentos que garantem que uma prova não foi alterada do momento em que é coletada até ser analisada. O documento chega a sugerir que o relatório teria sido produzido com ajuda de um "órgão externo, provavelmente estrangeiro".

Salomi pondera que, sem acesso ao celular de Moraes, os investigadores só enxergam um lado da comunicação, o que limita a análise. Mas destaca que essa limitação é esperada nessa fase, uma vez que uma busca e apreensão do aparelho dele só seria juridicamente possível depois de aberto um inquérito policial, o que ainda não ocorreu.

Durante a sessão, Moraes ainda acusou Mendonça de ter pedido, em reunião com a PF, que ele fosse incluído em um acordo de colaboração premiada com Vorcaro, e disse ter testemunhas, entre policiais e advogados, capazes de confirmar isso.

Mendonça negou a acusação.

Ler a notícia completa no Folha de S.Paulo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.

Mais de Folha de S.Paulo

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›