sábado, 10 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Paga pra ver? Fala de Altman sobre aceitar riscos da IA gera debates› IA da Anthropic envia denúncia falsa de homicídio a site de polícia nos EUA› Chefe de agência dos EUA remete ao Pentágono decisão sobre transmissão de fuzilamento na TV› Amazon lança primeiros tablets Android, aumenta preços e incorpora Alexa› OpenAI demite trio; pesquisadores alegam punição por alertas› Apple reduz pedidos de itens do iPhone 18 Pro devido à fraca demanda, diz Nikkei Asia› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› As empresas mais poderosas do mundo não têm fábricas› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA› Paga pra ver? Fala de Altman sobre aceitar riscos da IA gera debates› IA da Anthropic envia denúncia falsa de homicídio a site de polícia nos EUA› Chefe de agência dos EUA remete ao Pentágono decisão sobre transmissão de fuzilamento na TV› Amazon lança primeiros tablets Android, aumenta preços e incorpora Alexa› OpenAI demite trio; pesquisadores alegam punição por alertas› Apple reduz pedidos de itens do iPhone 18 Pro devido à fraca demanda, diz Nikkei Asia› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› As empresas mais poderosas do mundo não têm fábricas› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA
Economia

Da oração à rede: tradição do pescado conecta rio, mar e tanques e movimenta a economia no ES

G1 Economia ·
Da oração à rede: tradição do pescado conecta rio, mar e tanques e movimenta a economia no ES

Da oração à rede: tradição do pescado conecta rio, mar e tanques e movimenta a economia Antes de falar de peixe, o cacique Kara'í Perú e a mãe, Keretxu Emdey, de 86 anos, que é pajé da Aldeia Piraquê-Açu, em Aracruz, no Espírito Santo, abrem os braços e fazem orações no rio Rio Piraquê-Açu, que margeia a aldeia onde vivem.

O canto, em guarani, pede proteção para os rios, para o mar e para os peixes.

É também um pedido pela comunidade e por quem depende das águas para viver.

Não é uma oração qualquer.

É uma bênção feita por mãe e filho para aquilo que, para os indígenas, representa muito mais do que uma paisagem.

O rio , como explica Perú, é parte da vida da comunidade.

É onde as crianças aprendem a nadar, onde os meninos desenvolvem a pescar e de onde, durante muito tempo, veio parte do alimento que sustenta as famílias.

“O rio, para nós, é uma vida.

É de onde a gente 'tira peixe, tira outras coisa' do rio pra poder alimentar nossa família.

Deus criou o rio e a gente tem que cuidar dele”, disse o cacique.

Ele ainda se lembra de um tempo em que era comum pescar tainha, robalo, pescadinha, vermelho e carapeba naquelas águas.

Também se recorda dos peixes pulando e das crianças dentro da água.

Hoje, ele diz, essa relação mudou. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp "Eu mesmo tenho dez anos que não pesco nesse rio.

Mais de dez anos! A gente não come peixe desse rio mais.

Ler a notícia completa no G1 Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

Mais de G1 Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›