Brasileirão aparece entre ligas com mais estrangeiros no mundo
Brasileirão tem 168 jogadores estrangeiros entre os 669 atletas inscritos na Série A de 2026. (Foto: Arte/ Getty/Goal) O Campeonato Brasileiro está entre as principais ligas do mundo em número de jogadores estrangeiros.
De acordo com levantamento do portal Transfermarkt, 168 dos 669 atletas inscritos pelas 20 equipes da Série A nasceram fora do Brasil.
O número corresponde a 25% dos jogadores da competição.
O Brasileirão aparece na nona posição do ranking, que reúne dez das principais ligas nacionais em relação à proporção de estrangeiros nos elencos.
A Premier League, da Inglaterra, lidera a lista, com 391 estrangeiros entre 543 jogadores, o equivalente a 72%.
A Serie A italiana aparece na segunda colocação, com 398 estrangeiros em um total de 580 atletas (69%).
A Major League Soccer (MLS), dos Estados Unidos, completa o pódio, com 526 dos 869 jogadores nascidos fora do país (61%).
Ranking de estrangeiros Premier League (Inglaterra): 391 de 543 – 72% Serie A (Itália): 398 de 580 – 69% MLS (Estados Unidos): 526 de 869 – 61% Ligue 1 (França): 285 de 474 – 60% Bundesliga (Alemanha): 281 de 509 – 56% Super Lig (Turquia): 270 de 527 – 52% LaLiga (Espanha): 216 de 513 – 42% Saudi League (Arábia Saudita): 196 de 511 – 39% Brasileirão: 168 de 669 – 25% Campeonato Argentino (Argentina): 145 de 894 – 16% CBF aprova mudança no limite de estrangeiros O levantamento ocorre no momento em que a presença de estrangeiros no futebol brasileiro passa por uma nova discussão.
Na segunda-feira (21), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aprovou, em votação com os clubes, uma proposta para reduzir gradualmente o limite de jogadores estrangeiros por equipe.
A mudança será implementada de forma progressiva para permitir a adaptação dos clubes.
A CBF afirma que levou em consideração dados sobre a utilização de estrangeiros e comparações com outras das principais ligas do futebol mundial.
A entidade também relaciona o aumento da presença de estrangeiros à redução do espaço para jogadores formados nas categorias de base.
Por isso, a proposta prevê mudanças simultâneas no limite de atletas estrangeiros e na composição dos elencos, com o objetivo de ampliar a utilização de jogadores sub-23.
Os clubes poderão continuar inscrevendo até 50 atletas, mas a CBF pretende dividir as vagas em duas listas.
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