Só um dos 15 aliados que estavam ao lado de Flávio no discurso após eleição reproduziu carta nas redes; maioria se calou
Veja quem estava com Flávio Bolsonaro em discurso da derrota Reuters Apenas um dos 15 aliados que estavam ao lado de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em seu discurso após a derrrota na votação, no domingo (25), reproduziu nas redes sociais a carta publicada pelo senador na quarta-feira (28).
No texto, ele se dizia "presidente eleito", e depois alterou o trecho para "líder do Brasil". 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia LEIA TAMBÉM: Após fuga, Flávio se diz 'presidente eleito', apaga post e passa a se chamar de 'líder do Brasil' José Medeiros (PL-MT), publicou em suas redes sociais, e ainda mantém no ar, a primeira versão, em que Flávio se proclama "presidente eleito".
Nikolas Ferreira (PL-MG) fez apenas uma citação sobre a repercussão do termo "autodeclaração", sem comentar o teor do texto.
Rogério Marinho (PL-RN) negou as alegações de fraude nas urnas da carta e disse que houve "erro de confecção" no texto.
Nenhum dos outros aliados endossou o trecho inicial da carta que que Flávio falava de si como "presidente eleito" e alegava fraude eleitoral.
A maior parte não comentou sobre a carta nas redes O g1 compilou abaixo as declarações feitas até o horário de publicação deste texto no Instagram, no X e em entrevistas.
Os aliados listados são os que estavam ao lado de Lula e Flávio nos discursos deles logo após a divulgação do resultado do segundo turno, na noite de domingo (25).
Veja as reações abaixo: O que disseram os aliados de Flávio Nikolas Ferreira (PL-MG) (2) O deputado federal não reproduziu a carta ou comentou diretamente o texto.
O parlamentar apenas fez um post no X sobre a repercussão do documento nas redes sociais.
"Esquerda zuando (sic) o Flávio porque ele “se autodeclarou” presidente… então tá liberado zuar (sic) quem se autodeclara alguma coisa?", escreveu.
Nikolas já deu diversas declarações contra a autodeclarção de gênero e já foi condenado por danos morais por chamar uma mulher trans de homem.
Rogério Marinho (PL-RN) (3) O senador Rogério Marinho (PL-RN), ex-coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro e líder da oposição no Senado, afirmou em entrevista que acredita ter "havido algum problema na confecção" do texto.
Marinho também se distanciou na entrevista da alegação de fraude eleitoral da carta.
"O PL não pode fazer essa afirmação, nem eu posso fazer essa afirmação, porque não há provas nesse sentido", ele disse.
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