Preview Phantom Blade Zero | Viajamos à China para conferir o game
Eu viajei até a China para jogar Phantom Blade Zero (e ainda dizem que videogame não te leva para lugar nenhum). A convite da S-Game, eu representei o Canaltech em um evento de hands-on do game que, além do próprio jogo, teve ainda inúmeras atividades por Pequim e Xangai durante uma semana inteira .
Os desenvolvedores se preocuparam em nos proporcionar uma verdadeira imersão chinesa, nos levando para a Cidade Proibida e a Muralha da China, além de eventos culturais e muita culinária local . Porém esse texto não é sobre isso, mas sim sobre o jogo.
A S-Game preparou um local com nada menos que cerca de 40 PCs equipados com RTX 5080, Ryzen 7 9800X3D, 32 GB DDR5 e periféricos ASUS ROG, incluindo monitor 4k , para jogarmos por 5 horas e você confere abaixo minhas impressões.
Como estamos falando de uma demo, história (por enquanto) não é importante, apesar de ter conseguido ver o começo dela. Não tem como negar que o combate é a parte mais importante de Phantom Blade Zero e onde foi o maior investimento da S-Game . Esse aspecto tem tamanha importância que Soulframe, diretor do jogo e fundador do estúdio, dedicou um tempo para nos mostrar quase todas as armas do jogo em versões reais e ainda levou todos os convidados para ver gravações de kung-fu no estúdio de captura de movimentos .
Os primeiros trailers divulgados já mostravam animações impressionantes nos momentos de luta e pude comprovar isso ao jogar. As coreografias são impressionantes e têm potencial para serem as melhores do mercado atualmente , e eu diria que até poderiam se tornar referência para futuros jogos nesse estilo, principalmente aqueles feitos na China que buscam esse tipo de inspiração.
O trecho disponível para jogar era o inicial, então pude passar pelo tutorial e aprender as diferentes mecânicas do combate. Não existe uma invenção da roda nesse aspecto, já que é possível atacar, defender, aparar (parry), esquivar e executar habilidades especiais. O diferencial é que tudo se encaixa muito bem e as animações são de primeira, tornando as lutas realmente cinemáticas .
Mas é soulslike ou não? Em nossa visita ao estúdio, os desenvolvedores deixaram bem claro que Phantom Blade Zero não é um soulslike , apesar de pegar certos elementos. Em minha experiência (tendo mais de mil horas nos jogos da FromSoftware e centenas em outros títulos do gênero), esse game está mais para um soulslike do que o contrário, pelo menos no combate.
Ao iniciar o jogo, existem três dificuldades: fácil, normal e difícil. Eu fui logo na pior para ver a intenção dos desenvolvedores. Existe dificuldade quando ela é precisa . Contra inimigos comuns, não há muita complexidade. Alguns são facilmente derrotados com um combo normal, outros precisam ter suas defesas quebradas, mas os chefes são outros quinhentos.
O primeiro deles, um sujeito grande com um machado, me deu trabalho e precisei de quatro tentativas. Me parecia razoável. Porém meu primeiro grande desafio foi uma mulher de vestido vermelho em uma arena cheia de flores, um chefe opcional.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.