Os 13 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Eddie Vedder, do Pearl Jam
Eddie Vedder , vocalista e um dos fundadores do Pearl Jam , é um dos cantores mais celebrados do rock: foi eleito o sétimo melhor vocalista de todos os tempos em uma enquete de leitores da Rolling Stone e foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2017.
Antes de chegar lá, trabalhou em um posto de gasolina nos anos 1980 para bancar sua obsessão por música, participou como convidado no Temple of the Dog , projeto de Chris Cornell , e acabou sendo convidado a integrar o que viria a ser o Pearl Jam .
Influenciado por nomes como Bruce Springsteen , Joe Strummer e Black Francis , nunca escondeu o quanto admira seus pares.
Quando o Discogs o desafiou a montar uma lista com seus álbuns favoritos de todos os tempos, ele passou uma semana inteira indo e voltando nas escolhas.
“Tenho algumas hesitações sobre isso porque pode desmistificar tudo”, disse.
“Nossas influências são quem somos”.
A lista começa com uma surpresa imediata: Third Album (1970), do Jackson 5 .
Não é uma escolha óbvia para alguém associado ao grunge de Seattle — mas faz sentido quando se entende que Vedder cresceu ouvindo de tudo.
Em seguida, vêm nomes mais esperados: The Beatles (1968), o Álbum Branco do quarteto de Liverpool, e Tommy (1969), ópera rock do The Who , uma das bandas que mais moldaram o rock dos anos 1970 e que, claramente, deixou marcas no jeito como Vedder pensa discos como narrativas.
Os Ramones entram com Road to Ruin (1978), e o Talking Heads aparece com More Songs About Buildings and Food (1978), dois discos do mesmo ano que mostram lados opostos do que o punk e o pós-punk podiam ser.
O Sonic Youth representa os anos 1980 com Daydream Nation (1988), e Jim O’Rourke — um nome menos óbvio na lista — surge com Insignificance (2001), disco que mistura pop experimental com uma sensibilidade quase cinematográfica.
O Fugazi , de Ian MacKaye , também está lá, com 13 Songs (1989), ao lado do Soundgarden , com Screaming Life / Fopp (1987), e do Mudhoney , com Mudhoney (1989) — representantes da cena de Seattle que antecedeu e ajudou a moldar o Pearl Jam .
Tom Waits aparece com Nighthawks at the Diner (1975), e Vedder reservou um elogio especial ao disco: “Gosto do fato de que você não consegue categorizar essa música.
Quero criar uma frase no estilo Tom Waits sobre o Tom Waits : ‘ Tom Waits por nenhum homem’.
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