Casado: Campanha de Flávio sabe que falar de urnas eletrônicas traz riscos
Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) trata o tema das urnas eletrônicas como um risco e evita ataques diretos ao sistema eleitoral, disse a colunista Letícia Casado no UOL News - 2ª edição , do Canal UOL.
No programa, Casado afirmou que o candidato tenta manter o assunto em circulação sem repetir o ataque frontal que marcou Jair Bolsonaro. Ela citou a orientação jurídica para o discurso de 7 de Setembro e a estratégia de "moderação" ao convocar apoiadores a "monitorar" a votação.
Esse tema é muito delicado para a campanha, porque eles sabem que é um risco o Flávio bater diretamente, falar de urnas eletrônicas, atacar o sistema eleitoral e que isso não pega bem.
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Então, quando ele faz esse tipo de colocação, e convoca os eleitores para ficar monitorando, ele joga tentando ser mais moderado e colocar uma fantasia em cima dessa história de urnas eletrônicas que causou tanto problema para o Jair Bolsonaro, mas ele mantém o tema aceso. Letícia Casado, colunista do UOL
Para a colunista, a campanha tenta equilibrar o peso do tema dentro do bolsonarismo com o custo de se associar a ataques ao sistema de votação. Na avaliação dela, o candidato busca uma forma "mais leve" de sustentar a desconfiança.
Ele faz de um jeito tipo: 'Olha, o eleitor precisa estar atento'. E lembrando que no 7 de setembro o Flávio tinha sido explicitamente orientado pela equipe jurídica dele a não fazer nenhum ataque ao sistema eletrônico de votação. Letícia Casado, colunista do UOL
Casado disse ainda que o assunto aparece de forma recorrente na campanha, mesmo com cuidados de linguagem. Segundo ela, a estratégia é manter "acesa aquela chama de desconfiança" caso o grupo político não vença a eleição.
É um tema que o bolsonarismo carrega e que o Flávio já abordou por outras vezes esse ano, ainda que de uma maneira mais leve, mais disfarçada do que o tipo de ataque frontal que o Jair Bolsonaro fazia.
Mas sempre mantendo acesa aquela chama de desconfiança do sistema eleitoral, porque vai que o bolsonarismo não vence a eleição. Letícia Casado, colunista do UOL
O mimo está sendo dado pelo fato da pessoa gostar de você ou pelo fato do cargo que você ocupa? É o cargo que você ocupa, as decisões que você pode tomar e as facilidades que você pode abrir. Vocês acham que isso é de graça? Isso não é de graça. Quando um ator público aceita essas coisas, é outros 500. Não existe almoço grátis. Leonardo Sakamoto, colunista do UOL
O Milton Leite não é o fim. Ele é uma parte desse novelo de lã que tem que ser desenrolado e ainda vai chegar a muita gente graúda. Leonardo Sakamoto, colunista do UOL
O uso responsável e acompanhado de genéricos vai reduzir infarto, AVC e outros tipos de doenças cardiovasculares e casos de demência também relacionados à questão de problemas com obesidade crônica. 'Ah, isso vai custar R$ 7 bi, R$ 8 bi, R$ 9 bi, R$ 10 bi'. Vai! Mas imagina a quantidade de dinheiro que vai salvar em internação, em remédio, em condições de superlotação de hospitais.
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