Santos x Palmeiras: Cuca indica substituto de Neymar e espera volta de lateral
Veja a entrevista coletiva de Cuca após Santos 1 x 1 Bahia O técnico Cuca já começa a quebrar a cabeça para montar o Santos para o clássico da próxima quarta-feira, contra o Palmeiras, às 19h30.
Para este duelo na Vila Belmiro, ele segue com diversos desfalques por lesão e não poderá contar com o capitão Neymar, suspenso por ter sido expulso na última rodada. 🔍 adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Ainda na noite de sábado, logo após o empate em 1 a 1 com o Bahia, Cuca indicou que deve adotar uma formação mais defensiva para enfrentar um dos postulantes ao título do Brasileirão. – Provavelmente, a gente volta com o Oliva, perdemos o Neymar.
E aí volta a ser aquele time que vocês estão acostumados a ver – disse o treinador, apontando o volante uruguaio como favorito para substituir o camisa 10.
Se confirmar essa substituição, Cuca deve adiantar Gabriel Bontempo para que jogue ao lado de Philippe Coutinho e Everton Cebolinha municiando Gabigol no comando de ataque. + Siga o canal ge Santos no WhatsApp! Oliva deve ser o substituto de Neymar Raul Baretta/ Santo FC Mais sobre o Santos: + Neymar vai ficar quase um mês sem jogar + Neymar detona Rodrigo Nestor: "Foi safado" É possível também que o técnico mexa na defesa.
Cuca afirmou que espera ter o lateral-esquerdo Escobar à disposição.
O argentino se recupera de lesão muscular na coxa.
Willian Arão, que teve problema parecido, está em transição do departamento médico para o campo, mas é dúvida para o clássico.
Gabriel Brazão, Vinicius Lira e Lucas Veríssimo seguem fora de combate.
Já o meio-campista Arthur começou a treinar em campo na semana passada, mas o Santos adota cautela para não queimar etapas na recuperação dele. + Clique aqui e saiba tudo sobre o Santos Embora indique adotar mais cuidados defensivos na quarta-feira, Cuca argumenta que pode repetir a formação ofensiva mesmo diante de rivais mais fortes: – É possível.
O que eu falo para eles é: sempre que o treinador põe uma equipe ofensiva, ele precisa que os jogadores deem as mãos, corram uns pelos outros.
Não precisa marcar, passa a linha da bola.
Quando você tem uma qualidade igual eles têm, eles vão criar muitas chances.
Hoje (sábado, contra o Bahia), com o campo daquele jeito, a gente chutou 26 bolas, uma dúzia no gol.
Imagina com o campo seco, como estava bonito o jogo, como foi bonito lá contra o Fluminense.
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