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Novo 'Resident Evil' acerta no terror e suspense, mas exagera no humor; g1 já viu

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Novo 'Resident Evil' acerta no terror e suspense, mas exagera no humor; g1 já viu

Adaptar games para o cinema ainda é um grande desafio para Hollywood porque muitos projetos do gênero se mostram bastante superficiais ou bem abaixo do que poderiam render com o material de origem.

Felizmente, o novo 'Resident Evil', que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (17), se mostra uma exceção feita nos últimos anos por simplesmente fazer o que as versões anteriores do jogo não conseguiram: criar um bom espetáculo de terror que agrada até quem nunca passou horas e horas com um controle na mão diante da TV.

O reboot da franquia inspirada nos games da Capcom evita o caminho mais fácil.

Em vez de reproduzir personagens e fases conhecidas sem personalidade, aposta em uma trama própria de sobrevivência angustiante e inesperada, que possui elementos reconhecíveis da série de games, que não são simples "perfumaria" e têm real função na história.

A trama é centrada em Bryan (Austin Abrams, de "A Hora do mal"), um jovem que trabalha fazendo entregas de materiais para hospitais.

Uma noite, ele recebe a incumbência de levar um pacote misterioso para um hospital que fica em Racoon City.

Só que, ao chegar à cidade, Bryan se vê no meio de situações bizarras, envolvendo pessoas (e até animais) contaminadas por um vírus que as transforma em ferozes criaturas mortas-vivas.

Assista ao trailer do filme "Resident Evil" Sem qualquer ajuda do mundo exterior, o rapaz precisa lutar pela sua vida, ao mesmo tempo em que precisa fazer sua entrega e entender o que está acontecendo ao seu redor, antes que seja tarde demais.

Uma noite alucinante O principal responsável pelo bom resultado de 'Resident Evil' é Zach Cregger.

Conhecido por seus trabalhos em "Noites brutais" e, principalmente, "A Hora do mal", mostra que sabe criar boas cenas de terror e suspense, que pegam o espectador de surpresa quando faz os perigos surgirem de maneiras inesperadas, proporcionando bons sustos.

Além disso, Cregger desenvolve bem a sensação de medo e desconforto que seu protagonista sente ao se ver totalmente só e isolado diante de inimigos mortais e imprevisíveis.

Só esse clima de insegurança que o diretor transmite para o público supera todas as outras versões dos jogos feitas anteriormente.

Bryan (Austin Abrams) tem que lidar com uma estranha passageira em 'Resident Evil' Divulgação Por isso, quem espera ver algo no estilo dos filmes feitos por Paul W.

S.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pop & Arte.

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