Morre Peter Max, artista psicodélico símbolo do movimento hippie, aos 88 anos
Peter Max durante exposição da Road Show Company, em 6 de setembro de 2014, no Illinois.
Barry Brecheisen / AP Peter Max, cuja arte pop colorida e psicodélica expressava o otimismo do movimento "flower power" da década de 1960 e estampava de tudo, desde selos postais até um navio de cruzeiro, morreu aos 88 anos, informou seu filho em um comunicado divulgado nesta quarta-feira.
Max faleceu na segunda-feira, segundo o comunicado.
A causa da morte não foi divulgada, mas ele sofria de demência em estágio avançado.
Max começou sua carreira em design gráfico na década de 1960, e seus desenhos espirais, coloridos e instantaneamente reconhecíveis personificaram a arte "flower power" da época.
Mas, graças à sua produção prolífica e ao seu estilo divertido e acessível, o trabalho de Max permaneceu popular até o século XXI.
Max foi o artista oficial dos Jogos Olímpicos, do Super Bowl, das 500 Milhas de Indianápolis, da Copa do Mundo, da Série Mundial e de muitos outros eventos.
Suas obras estamparam um Boeing 777 e um navio da Norwegian Cruise Line.
Seus retratos variaram de presidentes dos EUA a Taylor Swift.
Agora no g1 Mas, em seu primeiro período de sucesso, no final da década de 1960 e início da década de 1970, seus murais com flores, cosmos e figuras caricaturais — todos em cores vibrantes como turquesa, laranja e verde neon — pareciam estar por toda parte.
As paredes dos quartos de estudantes estavam cobertas com seus pôsteres.
Móveis domésticos, como relógios e colchas, exibiam seus desenhos.
Ele chegou a criar capas para as Páginas Amarelas de Manhattan, uma lista telefônica comercial distribuída para milhões de pessoas.
O próprio Max foi capa da revista Life em 1969, com seu característico bigode escuro e espesso emoldurando um sorriso largo.
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