terça-feira, 13 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Áudios revelam ameaças de invasão a Terra Indígena caso Flávio Bolsonaro vença eleições› ICE faz buscas em casa de parlamentar imigrante opositora de Trump› Brasil amplia exportações, supera EUA e projeta liderança em lista de potências agrícolas› Naufrágio em Djibuti deixa ao menos 139 mortos em rota migratória para o Iêmen› China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relações diplomáticas com Taiwan› Irã afirma que segurança não voltará ao estreito de Ormuz enquanto EUA mantiverem guerra› Imprensa internacional destaca mobilização pró-Lula e protagonismo da juventude nas ruas do Brasil› Premiê britânico afirma que Rússia interferiu no Brexit, mas reconhece legitimidade do resultado› Argentina deporta jornalista brasileiro crítico de Milei e cancela sua residência no país› Estimulação cerebral aliada à educação nutricional reduz desejo por comida em mulheres com obesidade› Áudios revelam ameaças de invasão a Terra Indígena caso Flávio Bolsonaro vença eleições› ICE faz buscas em casa de parlamentar imigrante opositora de Trump› Brasil amplia exportações, supera EUA e projeta liderança em lista de potências agrícolas› Naufrágio em Djibuti deixa ao menos 139 mortos em rota migratória para o Iêmen› China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relações diplomáticas com Taiwan› Irã afirma que segurança não voltará ao estreito de Ormuz enquanto EUA mantiverem guerra› Imprensa internacional destaca mobilização pró-Lula e protagonismo da juventude nas ruas do Brasil› Premiê britânico afirma que Rússia interferiu no Brexit, mas reconhece legitimidade do resultado› Argentina deporta jornalista brasileiro crítico de Milei e cancela sua residência no país› Estimulação cerebral aliada à educação nutricional reduz desejo por comida em mulheres com obesidade
Economia

Pesquisa transforma bagaço de uva em biofertilizante para flores comestíveis

Canal Rural ·
Pesquisa transforma bagaço de uva em biofertilizante para flores comestíveis

Foto: Freepik Com flores comestíveis ricas em compostos antioxidantes, a calêndula pôr do sol ( Calendula officinalis L.) desperta cada vez mais interesse nas indústrias de alimentação e cosméticos.

Para impulsionar o cultivo dessa planta ainda pouco explorada comercialmente, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), testaram uma estratégia sustentável: um biofertilizante à base de bagaço de uva que conseguiu elevar a concentração das substâncias benéficas e favorecer o desenvolvimento das flores.

O subproduto utilizado na fórmula é gerado durante a fabricação de vinho e representa de 20% a 25% da massa total da uva processada, gerando de 9 a 13 milhões de toneladas anualmente em todo o mundo.

“Utilizamos o bagaço da uva porque ele é um dos principais resíduos da produção de vinho e ainda possui uma composição muito rica em substâncias de interesse, como fibras, açúcares, compostos fenólicos, antioxidantes e pigmentos naturais”, conta o pesquisador da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA-Unicamp), Luiz Eduardo Nochi Castro.

De acordo com Castro, a escolha da calêndula pôr do sol se deu por causa da parceria com os colegas da UFPR, que já estudavam o cultivo de flores.

Antes de aplicar o bagaço na plantação, os pesquisadores transformaram o resíduo em digestato, um biofertilizante líquido rico em nutrientes obtido por meio da digestão anaeróbia – processo no qual microrganismos decompõem a matéria orgânica na ausência de oxigênio.

Ao longo de 2023, esse adubo natural foi testado no cultivo da calêndula em duas estações do ano (verão e inverno), permitindo avaliar como o clima influenciava o desenvolvimento das flores.

Também foram testadas diferentes doses do biofertilizante e variadas condições de irrigação para verificar seus efeitos no crescimento e na qualidade das plantas.

Após a colheita, as flores foram liofilizadas, um processo de secagem que ajuda a preservar suas características por mais tempo.

Em seguida, foi realizada uma série de análises para avaliar os efeitos do biofertilizante na planta.

“Além de caracterizar as flores, analisamos o desenvolvimento das plantas como um todo, incluindo a parte aérea, as folhas e as raízes.

Também foram realizadas análises físico-químicas para verificar a qualidade das flores produzidas e comparar os resultados com os do cultivo convencional”, explica a professora da FEA-Unicamp, Tânia Forster.

“Verificamos que a quantidade do composto [digestato] e de água faz diferença.

Doses moderadas proporcionaram os melhores resultados, enquanto quantidades excessivas tendiam a prejudicar o desenvolvimento das plantas.

Ler a notícia completa no Canal Rural ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.canalrural.com.br — o conteúdo pertence a Canal Rural.

Mais de Canal Rural

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›