Polícia Civil apreende armas após morte de agente do Bope no Rio de Janeiro
A Polícia Civil apreendeu as armas dos policiais militares envolvidos no confronto que terminou com a morte do subtenente do Bope (Batalhão de Operações Especiais) Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, na zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã de domingo (11).
A corporação informou à CNN Brasil que a DHC (Delegacia de Homicídios da Capital) instaurou um inquérito para investigar as circunstâncias da troca de tiros.
Os policiais envolvidos já prestaram depoimento na delegacia especializada.
As armas foram encaminhadas para perícia técnica , e as imagens das câmeras corporais dos agentes foram requisitadas.
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Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) chegaram ao local sem saber que a equipe especializada atuava na região.
Leia também: Quem era o PM que morreu após ser baleado em assalto na Marginal Tietê A baixa luminosidade e a falta de identificação visual da viatura teriam provocado uma confusão entre as equipes, que acreditaram estar diante de criminosos ligados ao tráfico de drogas local.
O tiroteio deixou seis policiais baleados : além de Gláucio, outros quatro agentes do Bope e um integrante do 18º BPM.
Os militares foram levados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
O subtenente chegou à unidade já sem vida .
Entre os outros feridos, três receberam alta no domingo, e dois foram transferidos para o Hospital Central da Polícia Militar.
Troca de tiros entre PMs deixa um policial morto e três feridos no Rio | CNN NOVO DIA Subtenente tinha 26 anos de serviço Gláucio Marcelo acumulava 26 anos de serviço na corporação, grande parte deles dedicada ao Bope, e deixou três filhos.
A morte ocorreu cerca de um ano após o assassinato de seu irmão , o sargento da PM Heber Carvalho, durante a Operação Contenção, em outubro de 2025, nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio.
A ocorrência foi registrada inicialmente na 41ª DP (Tanque) e depois encaminhada à DHC.
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