Com Gabi de MVP, Brasil domina Pré-Olímpico de vôlei sem perder sets
A Seleção Brasileira feminina de vôlei carimbou o passaporte para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 no Pré-Olímpico Sul-Americano.
O grande destaque da conquista não foi apenas o título invicto, mas a soberania absoluta em quadra: o Brasil encerrou o torneio sem perder um único set, mantendo 100% de aproveitamento e demonstrando uma consistência impecável do início ao fim. + SIGA O OTD NO WHATSAPP , YOUTUBE , TWITTER , INSTAGRAM , TIK TOK E FACEBOOK Brasil no Sul-Americano A última vez que o Brasil perdeu sets no campeonato continental foi em 2021.
Na ocasião, a equipe perdeu um set para a Argentina e três sets para a Colômbia.
Mesmo com a derrota contra as colombianas, a Seleção Brasileira saiu com a taça.
Esse foi o 16º campeonato consecutivo que o Brasil conquistou.
Com o passe garantido para os próximos Jogos Olímpicos, o país consolida sua força no cenário internacional e confirma a sua hegemonia absoluta no vôlei continental.
Gabi Guimarães é eleita MVP e lidera a Seleção em quadra Além de comandar a equipe dentro de quadra, a capitã Gabi Guimarães foi o grande nome da competição e conquistou o prêmio de MVP (melhor jogadora do torneio).
Com uma regularidade impressionante em todas as partidas, Gabi somou 50 pontos ao longo do campeonato e mostrou todo o seu repertório no jogo decisivo contra a Argentina, anotando 13 pontos (10 de ataque, 1 de bloqueio e 2 de saque).
No ataque, a ponteira teve um aproveitamento de 45,45% e uma eficiência de 36,36% na grande final.
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A caminhada começou na estreia contra a Venezuela, superada por 25/14, 25/13 e 25/19, somando um total de 75 a 46.
Ana Cristina liderou a pontuação do duelo com 12 acertos, enquanto Gabi contribuiu com mais 6.
Na segunda rodada, diante do Peru, as brasileiras venceram com parciais de 26/16, 25/16 e 25/15, somando 76 a 47 em pontos , em um jogo de equilíbrio ofensivo e boa distribuição de bola entre as atacantes, principalmente Diana e Gabi Guimarães, que fizeram, ambas, 12 pontos.
O desafio mais complicado veio na sequência contra a Colômbia.
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