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Monsenhor Antônio Alencar morre aos 93 anos em Montes Claros

G1 ·
Monsenhor Antônio Alencar morre aos 93 anos em Montes Claros

Monsenhor Antônio Alencar Monteiro Laura Tupinambá A Arquidiocese de Montes Claros comunicou o falecimento de Monsenhor Antônio Alencar Monteiro, aos 93 anos, nesta terça-feira (27).

Sacerdote desde 1962, ele construiu uma trajetória marcada pela atuação religiosa, educacional e social em Montes Claros e na região.

As causas da morte não foram informadas.

Em nota, a arquidiocese destacou que o religioso foi um "sacerdote dedicado à missão evangelizadora, à formação humana e cristã e ao serviço à comunidade" e que sua história "se entrelaça com a caminhada da Igreja Particular de Montes Claros". 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp Nascido em 1º de novembro de 1932, na cidade de Barro, no Ceará, Monsenhor Antônio Alencar Monteiro ingressou na formação religiosa ainda jovem.

Após a mudança da família para Montes Claros, concluiu os estudos de Teologia e foi ordenado padre em 8 de julho de 1962.

De acordo com a arquidiocese, ao longo de mais de seis décadas de ministério, exerceu diversas funções na Igreja Católica.

Foi vigário cooperador da Catedral Metropolitana, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Consolação, capelão do Santuário Bom Jesus, pró-pároco da Paróquia Santa Rita e pároco da Catedral Nossa Senhora Aparecida.

Também atuou na Pastoral Familiar, no Encontro de Casais com Cristo (ECC) e integrou o Conselho Presbiteral da arquidiocese.

Agora no g1 Em 2001, recebeu do papa São João Paulo II o título de monsenhor, em reconhecimento aos serviços prestados à Igreja.

A atuação de Monsenhor Antônio Alencar Monteiro também ultrapassou os limites da vida religiosa.

Ele foi professor de Latim na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FAFIL), diretor do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais em Montes Claros e membro efetivo do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente.

Outro marco da trajetória foi o trabalho como capelão militar do 10º Batalhão da Polícia Militar.

A função foi exercida durante 26 anos, período em que se aposentou com a patente de major.

Na nota de pesar, a arquidiocese afirmou que o religioso deixa "uma história de dedicação ao sacerdócio, à educação, às famílias e ao serviço à comunidade" e que sua caminhada permanecerá "como parte da memória e da história da Igreja Particular de Montes Claros".

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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