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Nunes Marques suspende liminar de Cueva e determina retirada do ar do canal 'Exército do Lula' até que seja registrado no TSE

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Nunes Marques suspende liminar de Cueva e determina retirada do ar do canal 'Exército do Lula' até que seja registrado no TSE

Ministro Kassio Nunes Marques Luiz Roberto/TSE Em busca de encerrar um início de crise no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Corte, Kássio Nunes Marques, vai tentar fechar um acordo com as campanhas do senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para evitar a disseminação de fake news.

Além disso, vai pedir para que os canais criados por aliados dos dois lados sejam registrados no tribunal, já que eles acabaram se transformando em braços das duas campanhas e citados pelos próprios candidatos.

Em relação ao canal "Exército do Lula", a avaliação do presidente do TSE é que, com o registro na Justiça Eleitoral e sem a divulgação de fake news, ele poderá continuar funcionando, não sendo nem necessário julgar no plenário a sua legalidade.

Na liminar que deve divulgar nesta terça-feira (13), Nunes Marques vai sugerir que o mesmo seja feito com o canal "Tropa do Flávio", criado como reação ao canal do deputado André Janones (Rede-MG).

A reunião de Kássio Nunes Marques com representantes das campanhas de Flávio Bolsonaro e do presidente Lula será na tarde desta terça.

A previsão é que ocorra às 15h30.

A intenção do presidente do TSE é fechar o acordo ainda neste encontro e dar por encerrada a guerra de liminares dentro do tribunal iniciada por ele.

Kássio Nunes Marques chegou a derrubar o canal "Exército do Lula", mas sua decisão foi revogada pelo corregedor Villas Bôas Cueva, que estava com o caso.

Ministros do TSE tomam decisões divergentes sobre grupo de apoio a Lula A decisão de Nunes Marques gerou insatisfação dentro do TSE.

Colegas do presidente ficaram insatisfeitos, alegando que o tribunal passou bem pelo teste do primeiro turno, sem grandes turbulências e longe da crise no Supremo Tribunal Federal.

A maior preocupação nem se materializou, algum ataque às urnas eletrônicas.

Agora, na reta final do segundo turno, o TSE começou a gerar a sua própria crise.

Segundo colegas de Nunes Marques, ele não poderia ter derrubado o canal "Exército do Lula" por um procedimento administrativo, e sem provar que o grupo de mensagens no whatsapp, criado pelo deputado André Janones, estava mesmo divulgando notícias falsas contra Flávio Bolsonaro.

A reação veio com a decisão do ministro Cuevas, que estava com o caso desde o início, derrubando a liminar do presidente do TSE, algo muito pouco usual.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.

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