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Empresário perde R$ 5,6 milhões em dinheiro e criptoativos após furto de celular

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Empresário perde R$ 5,6 milhões em dinheiro e criptoativos após furto de celular

Uma operação do Ministério Público do Estado de São Paulo desarticulou nesta quinta-feira, 20, um grupo criminoso que conseguiu subtrair 5,6 milhões de reais de um empresário, em dinheiro e criptoativos, depois de roubar o celular dele.

Foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão na capital paulista e no estado de Pernambuco.

O CyberGaeco conseguiu recuperar 4 milhões de reais rastreando as atividades dos criminosos.

Eles usaram aplicativos bancários que já estavam instalados no celular para embolsar o dinheiro.

Além do MPSP, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), também participaram da Operação Cádiz a Polícia Militar, por meio das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, a Rota, e o Ministério Público de Pernambuco.

O objetivo da operação desta quinta foi localizar bens e valores em posse dos suspeitos.

Foram apreendidos veículos de alto padrão, dispositivos eletrônicos e documentos que estão relacionados com a investigação.

A partir dessas diligências, a Polícia pretende preservar provas que vão ajudar a responsabilizar os envolvidos.

Continua após a publicidade Gangue “quebra-vidro” Nesta quinta-feira, a Justiça da capital paulista condenou três criminosos que faziam parte da gangue “quebra-vidro” (pessoas que se aproximam de veículos parados no trânsito e quebram o vidro para roubar o celular).

A Justiça entendeu que eles foram responsáveis por 25 roubos que, juntos, tiraram quase um milhão de reais das vítimas.

De acordo com a condenação, o grupo tinha uma divisão de tarefas hierárquica.

Havia o grupo dos ladrões, o dos receptadores, o dos tripeiros (que desmanchavam os aparelhos para vender peças) e o dos donos das máquinas de cartão, que faziam compras falsas para tirar dinheiro das vítimas e “lavar” o que foi roubado.

Continua após a publicidade O grupo, que atuava principalmente na região do Glicério, no centro da capital paulista, tinha braços no Ceará, onde ficavam algumas das máquinas de cartão que foram usadas na ponta do esquema criminoso.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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