Polícia investiga possível fraude na recuperação judicial do Vasco
A recuperação judicial do Vasco é alvo de uma investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro por uma possível fraude contra credores.
O caso envolve o crédito do ex-jogador Max, que defendeu o clube no início da década de 2010, e também a participação de Alan Belaciano, atual presidente da Assembleia Geral do Vasco.
O inquérito é conduzido pela Delegacia de Defraudações e foi instaurado em maio.
Entre os pontos analisados está a evolução do valor atribuído ao crédito de Max no processo de recuperação judicial.
O Vasco questionou a quantia apresentada e apontou uma diferença significativa entre os valores inicialmente considerados e os que passaram a constar no processo.
Segundo informações do ge , o crédito teria saído de aproximadamente R$ 2,5 milhões para mais de R$ 8 milhões .
A Polícia investiga se houve uma tentativa de inclusão ou cobrança de um valor que não estaria devidamente consolidado.
Max já prestou depoimento às autoridades.
O ex-lateral afirmou que seus atuais advogados, Sergio Aguiar e Moisés Gleicher, informaram sobre um valor próximo de R$ 8 milhões relacionado à ação movida contra o Vasco em 2016.
No entanto, devido aos limites estabelecidos pela recuperação judicial, ele teria direito a receber cerca de R$ 5 milhões.
Relação de Belaciano com o ex-jogador entra na investigação A participação de Alan Belaciano passou a ser analisada devido à relação profissional que o dirigente manteve anteriormente com Max.
Belaciano era advogado do jogador quando ele ingressou com uma ação contra o Vasco, em 2016.
Posteriormente, a defesa passou para Moisés Gleicher.
Ainda assim, segundo o depoimento de Max, Belaciano participou de audiências relacionadas ao processo em 2017 e 2019, a pedido do próprio ex-jogador.
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