Aliados de Jorge Messias ainda apostam em sua indicação para o STF
Aliados do advogado-geral da União, Jorge Messias, ainda apostam as fichas em sua indicação ao Supremo Tribunal Federal. Um dos pontos que seguram essa esperança é que o presidente Lula ainda não descartou a indicação, depois de, antes do primeiro turno, ter dito que recolocaria o nome do AGU para o Senado.
A tese fica mais forte por duas questões, a primeira foi que Messias venceu resistências de parte dos petistas ao seu nome, pois temiam sua proximidade com o ministro do STF André Mendonça. No segundo turno, o AGU atuou fortemente na estratégia político-jurídica da campanha de Lula.
A outra questão é que o caminho pode ser aberto pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que teria sido um dos opositores à nomeação de Messias pois queria Rodrigo Pacheco (PSD-MG) como ministro. O nome de Pacheco volta à baila, mas seria a próxima indicação de Lula, no ano que vem.
Os aliados de Messias afirmam que, com a nova configuração do Senado e o crescimento da oposição, ficaria praticamente impossível emplacar o AGU no ano que vem. No caso de Pacheco, o caminho seria mais fácil. O senador já tem uma vaga garantida no Tribunal de Contas da União (TCU). Com ele no STF, a vaga ficaria aberta para acomodar petistas que perderam as eleições, como a ex-ministra Gleisi Hoffmann.
Mas muita água deve passar ainda sob essa ponte: o presidente Lula tem sido pressionado a escolher uma mulher para o cargo e prometeu maior paridade de gênero no Supremo. Além disso, toda a costura das nomeações atravessa a eleição do Senado no ano que vem.
Aliados do advogado-geral da União, Jorge Messias, ainda apostam as fichas em sua indicação ao Supremo Tribunal Federal. Um dos pontos que seguram essa esperança é que o presidente Lula ainda não descartou a indicação, depois de, antes do primeiro turno, ter dito que recolocaria o nome do AGU para o Senado.
A tese fica mais forte por duas questões, a primeira foi que Messias venceu resistências de parte dos petistas ao seu nome, pois temiam sua proximidade com o ministro do STF André Mendonça. No segundo turno, o AGU atuou fortemente na estratégia político-jurídica da campanha de Lula.
A outra questão é que o caminho pode ser aberto pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que teria sido um dos opositores à nomeação de Messias pois queria Rodrigo Pacheco (PSD-MG) como ministro. O nome de Pacheco volta à baila, mas seria a próxima indicação de Lula, no ano que vem.
Os aliados de Messias afirmam que, com a nova configuração do Senado e o crescimento da oposição, ficaria praticamente impossível emplacar o AGU no ano que vem. No caso de Pacheco, o caminho seria mais fácil. O senador já tem uma vaga garantida no Tribunal de Contas da União (TCU). Com ele no STF, a vaga ficaria aberta para acomodar petistas que perderam as eleições, como a ex-ministra Gleisi Hoffmann.
Mas muita água deve passar ainda sob essa ponte: o presidente Lula tem sido pressionado a escolher uma mulher para o cargo e prometeu maior paridade de gênero no Supremo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.