sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Kartal volta a surpreender, elimina Ostapenko e decide o título em Wuhan› Palpites: Líderes vão perder; e Corinthians voltará a decepcionar› 'Teria forçado saída', diz Mourinho sobre situação de Vini Jr. na Espanha› Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski chegam à 7ª final do ano e ficam perto da liderança de 2026› O dia dos brasileiros: veja os resultados deste sábado› Botafogo pega Chapecoense atrás da 1ª vitória com Tite para espantar má fase no Brasileirão› Fokina derruba Zverev na semifinal e busca o primeiro Masters 1000› Transmissão ao vivo de Manchester City x Ipswich Town pelo Inglês: veja onde assistir› Transmissão ao vivo de Brentford x Liverpool pelo Inglês: veja onde assistir› Acidente de Arthur Nory na barra fixa marca dia difícil do Brasil nas eliminatórias do Mundial› Kartal volta a surpreender, elimina Ostapenko e decide o título em Wuhan› Palpites: Líderes vão perder; e Corinthians voltará a decepcionar› 'Teria forçado saída', diz Mourinho sobre situação de Vini Jr. na Espanha› Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski chegam à 7ª final do ano e ficam perto da liderança de 2026› O dia dos brasileiros: veja os resultados deste sábado› Botafogo pega Chapecoense atrás da 1ª vitória com Tite para espantar má fase no Brasileirão› Fokina derruba Zverev na semifinal e busca o primeiro Masters 1000› Transmissão ao vivo de Manchester City x Ipswich Town pelo Inglês: veja onde assistir› Transmissão ao vivo de Brentford x Liverpool pelo Inglês: veja onde assistir› Acidente de Arthur Nory na barra fixa marca dia difícil do Brasil nas eliminatórias do Mundial
Últimas

Dono de banca de jornal de Curitiba vota 'em quem tem mais chance de derrotar PT'

Folha de S.Paulo ·
Dono de banca de jornal de Curitiba vota 'em quem tem mais chance de derrotar PT'

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

O dono da banca de jornal cravada entre a praça Osório e a Boca Maldita, no centro de Curitiba , não esconde sua rejeição ao PT .

Protestos contra o presidente Lula e sua sigla, alguns raivosos, são escritos de próprio punho nas bordas dos textos de jornais que ele escolhe e recorta. Os pedaços de papel são pendurados na parede externa da banca e ali ficam para quem quiser ler. Tem quem reclame, mas ele não se importa e mantém o hábito adquirido ainda no governo de Dilma Rousseff.

"Antigamente eu escrevia. Não que eu seja um cara letrado, mas escrevia o que achava, imprimia e colocava na porta. Hoje pego o jornal, dou uma olhada, faço um comentário em cima ou do lado", conta Maurício Puchalski, 70 anos, mais da metade trabalhando na banca.

Puchalski herdou a banca Brasil do pai, um dos primeiros donos de banca de jornais da região, entre as décadas de 1950 e 1960. "Naquela época, além dos jornais e revistas tinha uma bomba de gasolina na frente. Eu tinha uns 4 anos, mas me lembro", conta.

Hoje, parte das bancas existentes na região nem vendem mais jornais. Puchalski ainda os oferece à clientela, mas aponta para a geladeira abastecida de água e refrigerante ao explicar a fonte do dinheiro que sustenta o pequeno comércio.

Em outros tempos, chegou a comprar um Santana Quantum para carregar os fardos dos jornais. "O que prejudicou foi a Covid. Acabaram muitas edições impressas. E as pessoas hoje veem as notícias no celular. Um monte de mensagem, YouTube, coisas bacanas e ao vivo."

O próprio Puchalski não lê textos longos. Diz que é bom em matemática, mas, quando chegam os jornais, vai direto para os títulos e as frases em destaque. "Acostumei a ler reportagens pela parte que colocam ali, naquele quadrinho, e para mim basta."

Entrou aos 11 anos no colégio militar, na época oferecido apenas aos meninos, e lembra que levou um susto com as regras. "Mudou meu mundo. No primeiro ano eu fui reprovado, mas aquilo foi uma lição. A partir dali, fui estudando. Foi o certo. Por isso, bato palma para esses colégios cívico-militares de agora ", diz.

Ele teve chance de seguir a carreira militar, mas optou pela engenharia civil. Formou-se na UFPR (Universidade Federal do Paraná) , conseguiu emprego em uma grande seguradora como regulador de sinistro e assim conheceu o Brasil.

O regulador é o responsável por analisar, vistoriar e avaliar os danos causados a um bem segurado após um acidente. "Qualquer sinistro, eu viajava até lá, de Fusquinha, era uma aventura. Conheci Porto Velho, Bahia, Rio Grande do Sul, muitos lugares."

Mas a frustração veio quando começou a "pegar coisas de gente mais poderosa, com dinheiro". Conta que passou a sofrer interferência no trabalho que deveria ser técnico. Para Puchalski, é "a malandragem" que estraga o Brasil. "Na política, tem submundos e porões. Existe sempre um acordo por baixo."

Largou o emprego e assumiu a banca em 1983. No ano seguinte, um dos primeiros comícios do movimento das Diretas Já aconteceu a poucos metros da porta da banca dele.

Ler a notícia completa no Folha de S.Paulo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.

Mais de Folha de S.Paulo

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›