TRE-BA revoga liminar favorável a José Estêvão e devolve comando do Democracia Cristã a Ariel Capistrano
Ariel Capistrano e José Estêvão disputam internamente quem será o candidato do Democracia Cristã ao governo da Bahia DivulgaCand e Divulgação O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) extinguiu nesta sexta-feira (21) a ação que garantia a José Estêvão o comando estadual do Democracia Cristã (DC).
A decisão foi assinada pela desembargadora eleitoral Patrícia Didier de Morais Pereira.
Com isso, Ariel Capistrano volta a ser o principal nome à frente do partido no estado em meio à disputa interna pelo controle da sigla e pela candidatura ao governo baiano.
Capistrano e Estêvão reivindicam o direito de representar o DC na eleição e aguardam a decisão da Justiça para saber quem será o candidato do partido.
ENTENDA: Democracia Cristã realiza convenções rivais e lança dois candidatos ao governo da Bahia Ao encerrar o processo sem julgamento do mérito, a magistrada entendeu que a discussão sobre quem tem legitimidade para dirigir o partido e praticar atos eleitorais deve ser resolvida nos processos específicos de registro de candidatura e de regularidade partidária, e não por meio da ação apresentada por José Estêvão.
Confira a página de eleições do g1 Bahia Após a decisão, Ariel Capistrano afirmou ao g1 que o resultado confirma a expectativa de seu grupo político e disse que sua campanha nunca foi interrompida, apesar da disputa judicial.
"Decisão judicial se cumpre e foi feita justiça, como já prevíamos.
Tanto que fizemos convenção e seguimos fazendo campanha, inclusive no interior do estado.
Acho que a decisão anterior nos prejudicou, pois fomos alijados de entrevistas e outros atos.
Agora é seguir com o que nunca parou, diversificar e intensificar nossa campanha", declarou.
Agora no g1 Já José Estêvão informou que recorrerá da decisão ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e afirmou estar confiante em uma reversão do entendimento adotado pelo TRE-BA.
"Já estamos recorrendo ao TSE, até porque toda essa situação pode ocasionar uma insegurança jurídica.
A outra convenção do partido é clandestina, nós é que tínhamos o respaldo jurídico na época.
Nossa campanha estava nas ruas, ganhando visibilidade, senti que estava impactando as pessoas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Bahia.