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Argentina sob Milei fecha 31 mil empresas e 245 mil empregos formais

IstoÉ ·

A Argentina, sob o comando do presidente Javier Milei, registrou o fechamento de 31,3 mil empresas, o que representa 6,1% do total registrado no país.

Além disso, 245 mil postos formais de emprego foram encerrados em seus primeiros meses de gestão, conforme revelam dados recentes.

“Se observarmos os dados do governo Milei, vemos que, durante essa gestão, o número de empresas caiu tanto quanto na pandemia”, aponta o último informe Monitor Mensal de Empresas, da Fundar, um centro de pesquisas argentino.

O governo do presidente Javier Milei, na Argentina, resultou no fechamento de 31,3 mil empresas e na perda de 245 mil empregos formais em poucos meses.

A retração econômica afeta 14 dos 18 setores pesquisados e 23 das 24 províncias argentinas, com a indústria e o comércio sendo os mais prejudicados.

Embora a inflação tenha caído significativamente, especialistas alertam que a estabilidade é frágil, custa empregos e impacta negativamente o setor produtivo.

O balanço da Fundar sobre as empresas argentinas abrange os meses de novembro de 2023, quando Milei assumiu o governo, até junho de 2024.

Dos 18 setores pesquisados, 14 tiveram queda no número de empresas, prejudicando 23 das 24 províncias argentinas.

A única exceção é a província de Neuquén, onde a exploração de gás natural de Vaca Muerta tem impulsionado as exportações argentinas.

A indústria do país vizinho também vem apresentando retração, com um acumulado de 12 meses de 2,6%, fechado em julho deste ano.

A indústria de equipamentos eletrônicos e médicos tem o pior resultado, com queda acumulada de 19,1% em um ano, segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

Entre as 709 companhias que fecharam as portas no último mês, estão algumas com mais de 50 anos de atividade, como a Din S.A. (Grupo Govan) do ramo da metalurgia, e a Clan Issime do ramo têxtil.

A Fundar destaca que a Clan Issime, no seu auge, “chegou a ter 129 funcionários, 14 lojas próprias e mais de cem pontos de venda terceirizados; no momento do fechamento, restavam 9 trabalhadores na fábrica”.

Retração no mercado de trabalho argentino? O fechamento de empresas tem afetado o nível de empregos no país ao longo do governo Milei.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em istoe.com.br — o conteúdo pertence a IstoÉ.

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