Veja o que é #FATO e o que é #FAKE no debate de candidatos ao Senado pelo Distrito Federal no g1
Os candidatos ao Senado pelo DF Erika Kokay (PT), Guto Felicio dos Santos (PSDB), Marley (Avante) e Ronaldo Fonseca (PSD).
Os candidatos ao Senado pelo DF Erika Kokay (PT), Guto Felicio dos Santos (PSDB), Marley (Avante) e Ronaldo Fonseca (PSD).
O g1 promoveu, nesta sexta-feira (11), um debate com candidatos ao Senado pelo Distrito Federal.
Com mediação do jornalista Antônio de Castro, o encontro, realizado nos estúdios da TV Globo em Brasília, foi transmitidos ao vivo no site e nos perfis do portal no YouTube, no TikTok e no Instagram. ✅ Siga o canal de Fato ou Fake no WhatsApp Os participantes, em ordem alfabética, foram: Erika Kokay (PT) Guto Felicio dos Santos (PSDB) Marley (Avante) Ronaldo Fonseca (PSD) As candidatas Bia Kicis (PL), Leila do Vôlei (PDT) e Michelle Bolsonaro (PL) também foram convidadas, seguindo as regras previstas para a realização do debate, mas decidiram não participar.
Foram convidados candidatos de partidos e federações com representação mínima de cinco parlamentares no Congresso Nacional ou que alcançaram ao menos 5% das intenções de voto na última pesquisa Quaest ou Datafolha divulgada antes do debate.
A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações dos candidatos.
Leia: Erika Kokay (PT) "No governo Bolsonaro, nós tivemos um repasse de R$ 16 bilhões para o Fundo Constitucional.
Agora, Ronaldo, está em R$ 28 bilhões." g1 A declaração é #FATO.
Veja por quê: Segundo o Portal da Transparência, em 2022 último ano do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o repasse da União ao Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) foi de R$ 16,27 bilhões.
Já em 2026, último ano do terceiro mandato do presidente Lula (PT), o repasse parcial foi de R$ 28,7 bilhões, informa o mesmo painel.
O FCDF é uma transferência permanente de recursos da União, prevista na Constituição Federal, destinada a financiar a Segurança Pública do DF e prestar assistência financeira às áreas de Saúde e Educação.
Trata-se de uma das principais fontes de financiamento do governo local, respondendo por cerca de um terço a 40% do orçamento total do DF nos últimos anos.
"Houve [no governo Bolsonaro] o fim do Ligue 180 [Central de Atendimento à Mulher]." g1 #NÃOÉBEMASSIM.
Veja por quê: A nota técnica "Análise do orçamento de políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres de 2019 a 2023", divulgada em 2 de março de 2023 pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), a Central de Atendimento à Mulher ("Ligue 180") parou de ter uma linha específica nos projetos de orçamento enviados pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas não deixou de funcionar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Distrito Federal.