quarta-feira, 14 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Fim da escala 6x1: Senado vota proposta nesta quarta-feira; acompanhe em tempo real› Gasolina dispara 9,1% e impulsiona inflação nos Estados Unidos em setembro› Volume de serviços prestados no Brasil recua 0,1% em agosto, diz IBGE› Dólar sobe a R$ 5,05 e Bolsa cai, política, petróleo e EUA no radar› Rossi Residencial tem prejuízo líquido de R$ 26,6 milhões no primeiro trimestre› Rossi Residencial tem prejuízo líquido de R$ 29,2 milhões no segundo trimestre› Escolas precisam acompanhar o raciocínio de quem estuda com IA› Geely: 'Informação diminuiu receio de as pessoas comprarem carros chineses'› Como um sensor de três gramas venceu 'Olimpíada' de inovação da Decathlon› Flávio quer alterar reforma tributária, mas lobbies devem limitar mudanças› Fim da escala 6x1: Senado vota proposta nesta quarta-feira; acompanhe em tempo real› Gasolina dispara 9,1% e impulsiona inflação nos Estados Unidos em setembro› Volume de serviços prestados no Brasil recua 0,1% em agosto, diz IBGE› Dólar sobe a R$ 5,05 e Bolsa cai, política, petróleo e EUA no radar› Rossi Residencial tem prejuízo líquido de R$ 26,6 milhões no primeiro trimestre› Rossi Residencial tem prejuízo líquido de R$ 29,2 milhões no segundo trimestre› Escolas precisam acompanhar o raciocínio de quem estuda com IA› Geely: 'Informação diminuiu receio de as pessoas comprarem carros chineses'› Como um sensor de três gramas venceu 'Olimpíada' de inovação da Decathlon› Flávio quer alterar reforma tributária, mas lobbies devem limitar mudanças
Entretenimento

Autor haitiano-canadense Thélyson Orélien nega ter usado IA, mas admite ter cometido plágio no passado

G1 Pop & Arte ·
Autor haitiano-canadense Thélyson Orélien nega ter usado IA, mas admite ter cometido plágio no passado

Autor canadense Thélyson Orélien JOEL SAGET / AFP O escritor haitiano-canadense Thélyson Orélien rejeitou nesta terça-feira (13) as acusações de que teria usado inteligência artificial para escrever seu romance best-seller, mas admitiu ter cometido plágio no passado.

Em uma carta enviada à Reuters e a outros veículos de mídia por sua editora francesa, a Grasset, Orelien abordou pela primeira vez em detalhes as alegações de que seu romance premiado, publicado este ano, “C’était Ça ou Mourir” (“Era Isso ou Morrer”), teria sido escrito com o uso de IA, bem como as acusações de plágio no passado.

Autor de livro finalista de prêmios é acusado de ter usado IA; escritor denuncia 'ataques racistas' Uma conta pouco conhecida no X, chamada “Balance ton Claude”, havia afirmado em setembro que uma ferramenta de detecção de IA havia mostrado que o romance de 2026 foi escrito quase inteiramente por IA.

O ensaísta francês Samuel Fitoussi posteriormente reivindicou a autoria da conta, dizendo que a administrava com outras pessoas não identificadas.

Agora no g1 Em seguida, o jornal canadense La Presse informou que um conto de Orelien, de 2012, havia plagiado trechos de um livro do autor francês Louis Pauwels, enquanto um artigo de opinião de 2013 havia sido copiado do jornal The Philippine Star.

Orelien negou ter usado IA, mas reconheceu o plágio anterior, afirmando que a admiração por outros escritores não justificava apresentar o trabalho deles como se fosse seu e classificando suas ações como “erros inaceitáveis”.

Um exemplar do livro "C'était ça ou mourir", um romance do autor Thelyson Orélien REUTERS/Sarah Meyssonnier Ele afirmou que “a crítica é sempre legítima, mas as ameaças, o linchamento midiático e o assédio racista a que venho sendo submetido há semanas são insuportáveis”, acrescentando que deseja que seu romance seja julgado “pelo que é”.

As acusações desencadearam um debate sobre raça, mérito literário e originalidade que agitou o meio literário francês.

“C’était Ça ou Mourir” é o romance de estreia do autor de 37 anos e conta a história de um migrante haitiano que viaja para o norte pela América Latina antes de chegar ao Canadá.

O livro ganhou diversos prêmios literários e deveria ser traduzido para vários idiomas.

“Este romance, eu mesmo o escrevi.

Ele vem das minhas feridas e das de outros migrantes.

Aquela ferida do exílio, da qual nunca se cura.

Este romance é o seu fruto; é o fruto do meu trabalho; é a minha criação”, escreveu Orelien na carta.

Ler a notícia completa no G1 Pop & Arte ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pop & Arte.

Mais de G1 Pop & Arte

Ver tudo ›

Mais em Entretenimento

Ver tudo ›