Como saber se um banco é sólido antes de tomar crédito
CURITIBA (PR) — Para qualquer relação no mercado financeiro funcionar, a confiança entre as partes é indispensável.
Quando a operação envolve prazos estendidos, como no investimento ou na estruturação de operações imobiliárias, a credibilidade precisa ser respaldada por métricas técnicas e auditáveis.
Para desmistificar esses conceitos e conectar a atuação regulatória à segurança exigida em contratos corporativos e imobiliários, levantamentos de mercado e relatórios de agências internacionais apontam que a combinação de rating de crédito, índice de Basileia e rigor do Banco Central do Brasil forma o pilar de proteção ao patrimônio do cliente.
Em cenários econômicos desafiadores, a busca por proteção associada à rentabilidade tem liderado os critérios de escolha do consumidor brasileiro.
Pesquisa recente realizada pela consultoria FICO aponta que 76% dos entrevistados consideram a capacidade de prevenção e resposta a fraudes digitais como um dos três fatores mais determinantes ao escolher uma instituição financeira.
O aspecto supera exigências como a qualidade da experiência digital (70%) e a oferta de taxas de juros competitivas (66%).
Além disso, dados do estudo Mastercard indicam que 81% dos consumidores consideram mudar de instituição para obter melhores condições de crédito, ressaltando que o custo efetivo total e a solidez institucional orientam a mobilidade no setor.
No centro da avaliação da saúde financeira das instituições está o Índice de Basileia, indicador do Banco Central do Brasil que exige um percentual de capital próprio compatível com os riscos das operações.
Como referência, o Banco Bari registrou, no segundo semestre de 2025, um Índice de Basileia de 21,1% e capital nível 1 de 20,2%, bem acima do mínimo regulatório de 10,5%, demonstrando uma sólida garantia patrimonial suplementar.
À espera da divulgação do novo balanço semestral, a instituição projeta um forte ritmo de expansão para 2026, impulsionada por novas tecnologias, pela ampliação de suas linhas de crédito e pelo crescimento contínuo da rentabilidade operacional.
Avaliação de risco e perspectiva de rentabilidade A sólida estrutura patrimonial é acompanhada por agências globais de classificação de risco.
Em atualização divulgada em 26 de novembro de 2025, a Moody's Local Brasil afirmou os ratings de emissor e de depósito de longo prazo do Banco Bari em A-.br, acompanhados pelo rating de curto prazo em ML A-2.br, e elevou a perspectiva de estável para positiva.
A revisão da perspectiva refletiu a trajetória ascendente de rentabilidade.
A história da instituição teve origem no Grupo Barigüi, conglomerado automotivo com mais de 30 anos de atuação no Sul do país.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.