Como TCP usava falso anúncio para sequestrar e extorquir vítimas no Rio de Janeiro
A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) realizaram nesta quarta-feira, 12, a segunda fase da Operação Market Fake contra o golpe do falso anúncio atribuído ao Terceiro Comando Puro (TCP) .
Segundo as investigações, membros da facção publicavam ofertas enganosas de vendas de carros para atrair as vítimas para comunidades em Belford Roxo , na Baixada Fluminense, onde eram assaltadas, sequestradas e mantidas reféns para efetuar uma série de transferências bancárias.
São cumpridos quatro mandados de prisão e 13 de busca e apreensão em endereços em Araruama, na Região dos Lagos; em Belford Roxo; em São Gonçalo, na Região Metropolitana; e Cubatão, em São Paulo.
Ao todo, o esquema movimentou ao menos R$ 4 milhões a partir de roubos, extorsões e estelionatos nos últimos três anos.
O grupo também conseguia recursos por meio de anúncios falsos de aluguel de imóveis e da emissão de boletos fraudulentos de contas de luz. + Como funcionava esquema de venda de celulares roubados em feira no Rio Além disso, as diligências apontaram para a existência de uma estrutura organizada que cooptava novos integrantes para publicar os anúncios para dificultar a identificação dos responsáveis pela polícia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.