Neurocirurgião detalha doença de Lito Sousa: "Não existe tratamento"
Fãs, amigos famosos e familiares foram pegos de surpresa, nesta sexta-feira (21/8), com a revelação de que Lito Sousa foi diagnosticado com uma doença rara chamada Creutzfeldt-Jakob, que provoca degeneração progressiva do cérebro .
Após a repercussão do caso do influenciador do canal Aviões e Música, a coluna conversou com o neurocirurgião Orlando Maia para entender o que acontece com os pacientes que apresentam esse problema de saúde, que é uma enfermidade priônica.
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A doença pode provocar alterações cognitivas, de coordenação, linguagem e outros sinais neurológicos, com evolução geralmente rápida”,, começou ele.
Casos são raros Ainda de acordo com o especialista, a Creutzfeldt-Jakob é uma doença anormal e rara, levando à destruição dos neurônios.
Ela tem uma incidência muito rara, com um a dois casos por milhão [de pessoas].
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1 de 8 Família de Lito Sousaa alertou para golpes em nome do influenciador Instagram/Reprodução 2 de 8 A doença que afeta Lito Sousa é rara Instagram/Reprodução 3 de 8 Lito Sousa Reprodução 4 de 8 Lito Sousa Reprodução 5 de 8 Lito Sousa Reprodução 6 de 8 Lito Sousa Reprodução 7 de 8 O diagnóstico de Lito Sousa foi revelado nesta sexta-feira (21/8) Instagram/Reprodução 8 de 8 Neurocirurgião detalha doença de Lito Sousa: "Não existe tratamento" Instagram/Reprodução Durante a conversa, o médico detalhou: “Os sintomas estão relacionados a um quadro demencial, se assemelhando muito à Doença de Alzheimer.
A pessoa vai perdendo memória, fala, tendo confusão mental e pode ter dificuldade de andar no final ou apresentar alterações neurológicas, com deficiência motora “, enumerou Orlando Maia.
E prosseguiu: “A diferença da doença priônica é que ela é mais rápida na deterioração neurológica do paciente.
Já o Alzheimer tem uma deterioração mais lenta e progressiva”, comparou.
Alerta para os sinais O neurocirurgião alertou que os sintomas não apontam necessariamente para uma única doença desde o começo.
É preciso observar como o quadro evolui e cruzar essa informação com os exames.
“Quando a evolução clínica não corresponde ao que seria esperado para a hipótese inicialmente considerada, o raciocínio diagnóstico precisa ser reavaliado.
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