terça-feira, 13 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› PF investiga se Kassio Nunes seria ‘ministro com 5 meninas’ em orgias descritas em celular de Vorcaro› Presidente da FIFA teria recebido 1,6 milhão de euros em propina, denuncia imprensa britânica› Governo anuncia pacote com perdão de dívidas e crédito para MEIs› Meta admite ‘falhas técnicas’ em publicações da campanha de Lula› Hezbollah anuncia ajuda financeira a famílias que perderam casas nos bombardeios de Israel ao Líbano› ‘Terrorismo é único mal que assola Burkina Faso’, afirma ativista› Greta Thunberg participa de protestos estudantis na França: ‘estão mostrando ao mundo’› Modelo de Flávio Bolsonaro, Milei freou aumento da aposentadoria na Argentina em 21%› Israel viola ‘linha amarela’ do cessar-fogo e espreme deslocados palestinos em Gaza› Túmulo do samba: prefeitura de SP destrói o Cruz da Esperança› PF investiga se Kassio Nunes seria ‘ministro com 5 meninas’ em orgias descritas em celular de Vorcaro› Presidente da FIFA teria recebido 1,6 milhão de euros em propina, denuncia imprensa britânica› Governo anuncia pacote com perdão de dívidas e crédito para MEIs› Meta admite ‘falhas técnicas’ em publicações da campanha de Lula› Hezbollah anuncia ajuda financeira a famílias que perderam casas nos bombardeios de Israel ao Líbano› ‘Terrorismo é único mal que assola Burkina Faso’, afirma ativista› Greta Thunberg participa de protestos estudantis na França: ‘estão mostrando ao mundo’› Modelo de Flávio Bolsonaro, Milei freou aumento da aposentadoria na Argentina em 21%› Israel viola ‘linha amarela’ do cessar-fogo e espreme deslocados palestinos em Gaza› Túmulo do samba: prefeitura de SP destrói o Cruz da Esperança
Política

Produtor de “Dark Horse” se recusou a entregar documentos à PF

O Antagonista ·
Produtor de “Dark Horse” se recusou a entregar documentos à PF

Michael Brian Davis disse que empresa só forneceria dados após ordem da Justiça dos EUA

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Michael Brian Davis, sócio da Go Up nos Estados Unidos, produtora responsável pelo filme “Dark Horse” , recusou um pedido da Polícia Federal para entregar voluntariamente documentos sobre as despesas da produção no país, diz a Folha . Ele disse que só forneceria os dados após uma ordem de um juiz americano.

A PF havia solicitado à produtora brasileira cópias de faturas, contratos com atores estrangeiros e comprovantes dos cerca de R$ 54,2 milhões em gastos declarados nos EUA.

A defesa de Karina Gama, sócia da Go Up no Brasil, encaminhou parte do material ao STF e anexou a recusa de Davis.

Em e-mail enviado a Karina, Davis disse que a empresa não entregaria documentos “societários, contábeis, fiscais, bancários ou contratuais” sem autorização judicial nos EUA.

Ele também afirmou que pedidos das autoridades brasileiras devem seguir os canais de cooperação jurídica internacional.

“De modo que qualquer produção, exibição ou entrega de documentos ocorra somente mediante ordem emanada de juiz norte-americano, assegurando à empresa o amparo legal do processo e o direito ao contraditório” , afirmou Davis.

A atuação de Flávio Bolsonaro no financiamento de “Dark Horse” é alvo de investigação determinada pelo ministro André Mendonça .

O procedimento apura suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros possíveis crimes.

A investigação foi aberta em julho, após solicitação da Polícia Federal e manifestação favorável da PGR.

Segundo documentos obtidos pela PF, Flávio teria procurado Vorcaro em busca de cerca de 130 milhões de reais para financiar a produção. Planilhas apreendidas pelos investigadores indicam que aproximadamente 60 milhões de reais teriam sido repassados.

Flávio Bolsonaro nega irregularidades e afirma que os recursos destinados ao filme tiveram origem privada.

A Polícia Federal deflagrou na última quinta-feira a Operação Make Up para apurar suposto desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares repassadas, por meio de termo de fomento, para a produção de “ Dark Horse “.

As investigações apontam a existência de uma “organização criminosa, formada por agentes públicos e privados, suspeita de direcionar os valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular, sem comprovação da efetiva prestação dos serviços contratados” , afirmou a PF, em comunicado .

Ler a notícia completa no O Antagonista ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.

Mais de O Antagonista

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›