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Segundo turno intensifica duelo judicial entre campanhas de Flávio e Lula

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Segundo turno intensifica duelo judicial entre campanhas de Flávio e Lula

A disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo segundo turno, marcado para 25 de outubro , também se intensificou na Justiça Eleitoral.

As duas campanhas ampliaram as ofensivas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com ações que vão de pedidos de remoção de conteúdos publicados nas redes sociais a tentativas de cassação de chapas.

As ações mais recentes das campanhas aconteceram neste final de semana, quando Flávio pediu que o TSE derrubasse o canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

Segundo o candidato do PL, o canal coordenava uma estrutura de disseminação de desinformação e ataques contra ele.

Por sua vez, Lula entrou com uma representação na Justiça Eleitoral alegando que as postagens da coligação nas redes sociais sofrem de uma “seletividade algorítmica” da Meta, empresa responsável pelo Instagram e pelo Facebook, que leva à manipulação da entrega de conteúdos e acabam por beneficiar o seu principal adversário na disputa ao Palácio do Planalto.

Leia Mais: Defesa de Bolsonaro comunica Moraes sobre retomada de visitas de Flávio Incêndios na Amazônia: Tarcísio e Nikolas criticam; governo envia reforço Lula diz que CCJ vai votar PEC da Segurança na próxima quarta-feira (14) A escalada das campanhas nos tribunais acompanha o reforço das estratégias nas redes.

Lula passou a gravar vídeos em formato selfie e levou a Brasília jovens influenciadores ligados ao PT.

Flávio, por sua vez, faz transmissões ao vivo de forma semanal e convoca apoiadores a ampliar o alcance de publicações a seu favor.

Agora, os dois lados trocam acusações de desinformação coordenada , uso irregular de inteligência artificial e remuneração de perfis .

Derrubada de canal pró-Lula No último sábado (10), a campanha de Flávio Bolsonaro entrou com um pedido no TSE pedindo a derrubada do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado por Janones e que, em cerca de uma semana, atingiu a marca de 3,2 milhões de seguidores.

A petição encaminhada à presidência do TSE afirmava que os conteúdos divulgados pelo canal eram falsos e pedia não só a exclusão do canal como o banimento da conta do deputado mineiro até o final do segundo turno.

Na manhã de domingo (11), o ministro presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, atendeu ao pedido e determinou a suspensão do canal e da conta de Janones até o fim do dia 25 de outubro.

A decisão também determinava que o Facebook, empresa que gere o WhatsApp no Brasil, apresentasse um relatório com todas as mensagens publicadas no canal e a existência de outros canais criados ou administrados, desde 5 de outubro, pela conta de Janones.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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