terça-feira, 18 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
DF mira suspeito de vender produto para ereção com 'deepfake' de famosos Haddad: 'Nunca vi um trabalho sério ser feito em segurança pública em SP' Ninguém acerta as 15 dezenas e Lotofácil acumula para R$ 5 milhões Aposta do PR passa perto do prêmio máximo e fatura R$ 25 mil na Lotomania Estudante filipino transmitiu ao vivo ataque em escola antes de tirar a própria vida, dizem autoridades Hamas declara à AFP que mantém seu compromisso com acordo sobre Gaza, após visita de Kushner a Israel Rússia mata 10 na Ucrânia; Kiev faz mega-ataque a Moscou Itaú recebe aval preliminar para abrir banco próprio nos Estados Unidos Quina acumula e prêmio chega a R$ 12,5 milhões nesta terça-feira Vigilantes flagram furto em escola e imobilizam suspeito armado na Vila Nova DF mira suspeito de vender produto para ereção com 'deepfake' de famosos Haddad: 'Nunca vi um trabalho sério ser feito em segurança pública em SP' Ninguém acerta as 15 dezenas e Lotofácil acumula para R$ 5 milhões Aposta do PR passa perto do prêmio máximo e fatura R$ 25 mil na Lotomania Estudante filipino transmitiu ao vivo ataque em escola antes de tirar a própria vida, dizem autoridades Hamas declara à AFP que mantém seu compromisso com acordo sobre Gaza, após visita de Kushner a Israel Rússia mata 10 na Ucrânia; Kiev faz mega-ataque a Moscou Itaú recebe aval preliminar para abrir banco próprio nos Estados Unidos Quina acumula e prêmio chega a R$ 12,5 milhões nesta terça-feira Vigilantes flagram furto em escola e imobilizam suspeito armado na Vila Nova
Últimas

Brasileiros nos países bálticos: como é viver à sombra da Rússia

UOL Notícias ·
Brasileiros nos países bálticos: como é viver à sombra da Rússia

Brasileiros nos países bálticos: como é viver à sombra da Rússia - Na Estônia, Letônia e Lituânia, brasileiros convivem com testes de sirenes, abrigos e planos de emergência enquanto governos reforçam a preparação civil diante de potenciais ações militares da Rússia.De repente, a tranquilidade cotidiana é interrompida pelo som das sirenes. Celulares recebem alertas enquanto o sistema nacional de emergência é testado. Em uma situação real de guerra, a orientação é buscar abrigo e aguardar instruções. Por sorte, era apenas um treinamento em Tallinn, capital da Estônia, país que faz fronteira com a Rússia e que, ao lado dos demais países Bálticos – a Lituânia e a Letônia – reforçou a preparação de civis desde o início do conflito na Ucrânia.

"É uma sensação muito ruim. Mesmo sabendo que é apenas um teste, quando a sirene começa a tocar, você sente um desconforto muito grande. Depois que acaba, fica pensando que, se existe todo esse sistema de testes, existe um motivo para ele existir", conta Camila Conti, 31 anos, que mora na região há cerca de dois anos.

A brasileira cria conteúdos nas redes sociais sobre o país, que incluem como é viver num país que está no flanco mais exposto da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e que permanece em alerta contra ações militares da Rússia. "Muita gente pergunta se é perigoso morar aqui, se a gente tem medo, se existe risco de guerra. Curiosamente, essa não é uma pergunta que aparece tanto nos comentários, mas sim no privado. Acho que [os seguidores] têm um certo receio de perguntar publicamente", conta.

A curiosidade ecoa na história recente da região. A Rússia lançou sua invasão em larga escala da Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, mas encontrou forte resistência ucraniana e fracassou em tomar Kiev. Mais de quatro anos depois, contudo, a guerra continua, e estimativas apontam para mais de meio milhão de militares russos e ucranianos mortos, além de milhares de civis, transformando o cenário de segurança europeu, sobretudo em países nas proximidades da Rússia.

Por isso, os três países bálticos aceleraram os gastos militares diante do que consideram uma ameaça. Em 2026, a Estônia prevê destinar 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB) à defesa, enquanto a Letônia deve gastar cerca de 4,7%. A Lituânia também está entre os países da Otan que já ultrapassaram a marca de 5%. O movimento ocorre após a aliança militar liderada pelos Estados Unidos estabelecer uma nova meta de 5% do PIB para defesa e segurança até 2035. A dado de comparação, o Brasil gasta cerca de 1% de tudo o que produz com a Defesa.

De acordo com Günther Richter Mros, professor de relações internacionais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a invasão russa na Ucrânia reforçou uma memória histórica que já existia, dado que os países Bálticos estiveram sob influência russa durante décadas.

"Estônia, Letônia e Lituânia recuperaram a independência apenas em 1991, depois de décadas sob domínio soviético, e ingressaram na Otan em 2004 justamente buscando uma garantia contra essa vulnerabilidade. A invasão da Ucrânia mostrou que guerras territoriais e disputas por zonas de influência não haviam desaparecido da Europa.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›