O anti-corintiano Memphis Depay
Fagner, que não se compara aos citados, perdeu ao mandar no travessão na decisão da Copa do Brasil de 2022, contra o Flamengo, quando o Corinthians ganhava por 3 a 2 a disputa na marca da cal.
Desleixo houve de Alexandre Pato, contra o Grêmio, em 2013, nas quartas de final da Copa do Brasil, na última cobrança, de cavadinha, no meio do gol. Contra Dida!
Para não falar de Roger Flores, contra o Figueirense, em 2005, pelas oitavas da mesma Copa do Brasil, nas alturas, como fez Memphis, para resultar na queda do treinador argentino Daniel Passarella.
Só quem não entende nada do corinthianismo cai na esparrela de trazer para o clube jogadores do estilo de Roger, Pato, Memphis — janotas que nada têm a ver com o jeito corintiano de ser.
Jamais alguém do gênero deu certo no Corinthians, porque o Fiel é mais chegado a Idário, Luizinho, o Pequeno Polegar, Zé Maria, Wladimir, Biro-Biro, Casagrande, Neto, Fred Rincón, Paulinho, Elias, enfim, mesmo quando um clássico como o Doutor Sócrates, ou genial como Roberto Rivellino, capazes de comer grama pelo time, pela torcida.
E olhe que a Fiel um dia cometeu a suprema injustiça de expulsar Rivellino do clube
Roger, Pato, Memphis, nunca foram, jamais serão capazes de expressar o que é ser corintiano.
Ficam bem nos desfiles da moda, nos camarotes, ou na demagogia de declarações estudadas.
Espanta que haja quem, sendo corintiano, tenha defendido a renovação do contrato do holandês.
Nem Ronald Koeman, o então técnico da seleção da Holanda, o pôs para bater pênalti contra Marrocos na Copa do Mundo 26.
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