A cobrança da Fundação Abrinq aos presidenciáveis sobre a pauta da infância
A Fundação Abrinq , entidade que atua pela garantia dos direitos da infância e da adolescência no Brasil, planeja cobrar dos candidatos à Presidência da República compromissos formais com a pauta em seus planos de governo.
Um estudo da organização aponta que, embora o investimento federal em políticas públicas orientadas para o público infanto-juvenil tenha atingido 247,5 bilhões de reais em 2025 (quase triplicando nos últimos sete anos), o volume ainda representa uma pequena parcela do orçamento da União.
A análise dos dados revela a necessidade urgente de expansão de recursos em áreas como saúde, educação e segurança alimentar.
Por meio do Programa Presidente Amigo da Criança , a Fundação busca firmar compromissos públicos para que vulnerabilidades sociais como a pobreza, baixo acesso à educação, violência, trabalho infantil e exploração sexual sejam combatidas.
A iniciativa teve adesão do presidente Lula em 2002 e 2006, e de Dilma Rousseff nos dois mandatos da petista.
O ex-presidente Michel Temer assinou o compromisso como vice em 2014.
Mas Jair Bolsonaro não aderiu ao pacto em 2018, fato que se repetiu em 2022.
Além dele, Lula também não assinou o termo na última eleição presidencial.
O histórico da proposta mostra a importância de monitorar se as promessas de campanha serão de fato convertidas em políticas públicas eficazes, e assegurar que crianças e adolescentes tenham a devida atenção governamental para transformar a realidade social do país.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.