Eleições 2026: Entenda riscos do uso de inteligência artificial nas campanhas; veja como identificar conteúdos criados por IA
O uso da Inteligência Artificial nas Eleições 2026 e o combate à desinformação A inteligência artificial deve ser uma das principais ferramentas utilizadas por partidos e candidatos nas eleições de 2026.
Capaz de analisar grandes volumes de dados, produzir materiais de campanha em segundos e ampliar o alcance de mensagens nas redes sociais, a tecnologia promete transformar a forma de fazer política no país.
Ao mesmo tempo, especialistas e autoridades alertam para os riscos do uso indevido da IA, especialmente na criação de conteúdos falsos capazes de enganar eleitores.
Para enfrentar o problema, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu regras específicas sobre o uso da tecnologia durante a campanha.
O desafio é lidar com uma ferramenta que pode tanto contribuir para o debate democrático quanto ser usada para espalhar desinformação.
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Reprodução/TV Globo/Jornal Hoje Como a IA pode influenciar as campanhas Os dados deixados pelos usuários na internet já são uma fonte valiosa de informação para campanhas políticas.
Comentários em redes sociais, reclamações, discussões sobre serviços públicos e interações com candidatos ajudam a identificar demandas e preocupações dos eleitores.
Com a inteligência artificial, esse trabalho ganha velocidade e escala.
Segundo o pesquisador de inteligência artificial e professor da PUC-SP, Diogo Cortiz, a tecnologia pode reunir e analisar milhares de conteúdos em poucos segundos, permitindo que candidatos compreendam melhor determinadas realidades e desenvolvam propostas mais alinhadas às expectativas da população.
"Ela permite uma busca muito grande de conteúdos, de informações, de dados e de indicadores.
Então, para um político usar a inteligência artificial para conhecer melhor uma determinada realidade, para formadores de políticas públicas, isso traz um benefício muito grande", afirma.
Cortiz avalia que a IA terá papel decisivo na disputa eleitoral deste ano.
"Em 2018, tivemos o uso intenso das redes sociais e dos disparos em massa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.