Seu dinheiro-em-penca está ficando ralo? Esse hábito muito comum pode estar impedindo o surgimento de novos ramos
Sem a poda das pontas, dinheiro-em-penca alonga as hastes e perde o aspecto cheio que chama atenção no vaso A dinheiro-em-penca pode ficar rala quando seus ramos crescem continuamente sem que as pontas sejam podadas.
Embora deixar a planta se desenvolver livremente pareça um cuidado inofensivo, esse hábito favorece hastes compridas e pendentes, enquanto reduz o estímulo para a formação de ramificações laterais.
O resultado aparece aos poucos.
As folhas ficam mais afastadas, o centro do vaso perde volume e os ramos se concentram nas bordas.
A planta pode continuar crescendo e até parecer saudável, mas já não apresenta aquela cascata compacta que caracteriza a espécie.
Conhecida botanicamente como Callisia repens, a dinheiro-em-penca tem crescimento rasteiro e pendente.
Seus caules possuem nós capazes de produzir folhas, raízes e novos brotos.
É justamente essa característica que permite recuperar uma planta aberta sem depender de adubação intensa ou da troca imediata do vaso.
A ponta do ramo concentra o crescimento Quando uma haste permanece intacta, a extremidade em crescimento tende a manter a expansão daquele ramo.
A dinheiro-em-penca direciona recursos para o alongamento da ponta, fazendo a haste avançar em vez de se dividir com a mesma intensidade.
A retirada dessa extremidade altera o padrão.
Ao cortar ou beliscar a ponta, o crescimento dominante é interrompido e as gemas próximas aos nós podem começar a formar ramificações laterais.
Em vez de uma única haste continuar comprida, surgem novos pontos de crescimento capazes de preencher os espaços vazios.
Esse mecanismo explica por que apenas oferecer água e adubo nem sempre devolve densidade à planta.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.