sexta-feira, 14 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
5 pontos da sua casa que podem abrigar aranhas-marrons sem você perceber Brasileira é morta em Portugal, e filho de 15 anos se entrega à polícia Vice-chanceler do Irã diz que país não se deixará intimidar pelas ameaças dos EUA Combatendo incêndios, Reino Unido proíbe churrasqueiras descartáveis A universidade pública brasileira ainda tem pavor do laicismo Morre Mark Rydell, indicado ao Oscar por 'Num Lago Dourado', aos 97 anos Defesa pede autorização para Bolsonaro deixar a prisão domiciliar e ir ao dentista Venezuela anuncia libertação de 131 presos políticos em meio a diálogo com oposição Homem sequestra os próprios filhos em caminhão durante o Dia dos Pais em SP Terremoto de magnitude 7,7 atinge Indonésia 5 pontos da sua casa que podem abrigar aranhas-marrons sem você perceber Brasileira é morta em Portugal, e filho de 15 anos se entrega à polícia Vice-chanceler do Irã diz que país não se deixará intimidar pelas ameaças dos EUA Combatendo incêndios, Reino Unido proíbe churrasqueiras descartáveis A universidade pública brasileira ainda tem pavor do laicismo Morre Mark Rydell, indicado ao Oscar por 'Num Lago Dourado', aos 97 anos Defesa pede autorização para Bolsonaro deixar a prisão domiciliar e ir ao dentista Venezuela anuncia libertação de 131 presos políticos em meio a diálogo com oposição Homem sequestra os próprios filhos em caminhão durante o Dia dos Pais em SP Terremoto de magnitude 7,7 atinge Indonésia
Tecnologia

A geopolítica da inteligência artificial já impacta as empresas

IT Forum ·
A geopolítica da inteligência artificial já impacta as empresas

Por Daniel Barros A possibilidade de restringir o acesso de determinados países e organizações a modelos avançados de inteligência artificial, prevista no decreto assinado pelo presidente americano Donald Trump, marca um ponto de inflexão importante, estamos migrando do risco de adoção da IA para o risco de dependência da IA.

Mais do que uma ferramenta de produtividade, a inteligência artificial passa a se consolidar como infraestrutura estratégica para empresas e países, quando o uso desses sistemas pode ser limitado por razões políticas, econômicas ou de segurança nacional, surge um novo tipo de risco, a dependência de tecnologias que empresas e países não controlam.

Esse movimento exige uma mudança imediata de postura, o principal desdobramento não está apenas no acesso em si, mas na necessidade de governança, as organizações passam a precisar de clareza sobre quais sistemas utilizam, quais fornecedores sustentam suas operações, quais dados são processados e quais decisões dependem desses modelos.

Mais do que isso, torna-se essencial entender o impacto de uma eventual interrupção.

Como a organização continuará operando se um fornecedor limitar acesso, alterar suas políticas ou simplesmente deixar de oferecer determinado modelo? A discussão deixa de ser centrada em adoção e passa a incorporar gestão, controle e continuidade.

Nesse contexto, práticas como inventário de sistemas, classificação de risco, definição de critérios de uso, avaliação de fornecedores e planos de contingência deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos mínimos.

A inteligência artificial, já integrada a fluxos críticos de negócio, precisa ser tratada como qualquer outra infraestrutura essencial.

A justificativa de segurança nacional, por sua vez, é legítima, especialmente diante de tecnologias com potencial de impactar defesa, infraestrutura crítica, cibersegurança e capacidade econômica.

No entanto, sua aplicação ampla e pouco delimitada traz efeitos colaterais relevantes, quando as restrições atingem tecnologias já incorporadas a atividades empresariais, científicas e educacionais, os impactos se espalham, a inovação desacelera, competitividade é afetada, o acesso ao conhecimento se torna desigual e a previsibilidade operacional é comprometida.

Leia mais: IBM firma parceria com OpenAI para acelerar oferta de IA O ponto central não está em negar riscos, mas em exigir critérios claros, proporcionais e transparentes, a segurança não pode ser tratada como uma decisão exclusivamente estatal.

Empresas também têm responsabilidade direta nesse cenário, onde precisam avaliar riscos, documentar usos, monitorar fornecedores, revisar cláusulas contratuais relacionadas à disponibilidade, portabilidade e uso dos dados, além de estabelecer limites internos para o uso da IA.

Ler a notícia completa no IT Forum ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em itforum.com.br — o conteúdo pertence a IT Forum.

Mais de IT Forum

Ver tudo ›

Mais em Tecnologia

Ver tudo ›