Navio é atingido por míssil no Estreito de Ormuz; um ferido
Um navio foi atingido por um míssil não identificado no Estreito de Ormuz, importante rota marítima disputada por Irã e Estados Unidos.
O incidente, ocorrido enquanto a embarcação manobrava para deixar a área, foi divulgado nesta terça-feira pelo Centro do Reino Unido para Operações de Comércio Marítimo (Ukmto).
Um navio foi atingido por um míssil no Estreito de Ormuz, sofreu danos na sala de máquinas e resultou em pelo menos uma vítima.
O incidente foi divulgado pelo Ukmto, que, contudo, não revelou a identidade da embarcação nem a origem do projétil.
A região está fechada desde o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, gerando um choque no setor petrolífero e disparada nos preços de energia.
O Centro do Reino Unido para Operações de Comércio Marítimo (Ukmto) não forneceu detalhes sobre a identidade da embarcação atacada, tampouco a origem do projétil.
A agressão provocou avarias na sala de máquinas do navio e deixou pelo menos um tripulante afetado, cuja condição – ferido ou morto – ainda não foi confirmada.
A Guarda Costeira de Omã, país localizado na margem sul do estreito, prestou assistência aos funcionários a bordo.
Quais as consequências do bloqueio? O Estreito de Ormuz permanece interditado desde o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã.
Essa interrupção das operações marítimas ocasionou o maior choque no setor petrolífero deste século, resultando em uma escalada acentuada dos preços da energia em escala global.
Segundo Mohammad Bagher Ghalibaf, chefe dos negociadores iranianos, a liberação de Ormuz está condicionada ao cumprimento, pelos EUA, dos termos de um acordo provisório selado em junho passado.
Tal pacto previa a revogação do bloqueio naval americano contra o Irã e o fim das operações militares em todas as frentes de batalha.
Negociações e ameaças sobre o estreito A República Islâmica tem dialogado com Omã na tentativa de estabelecer rotas de navegação seguras no estreito, embora os detalhes desse possível acordo ainda não tenham sido tornados públicos.
Paralelamente, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, já havia ameaçado reivindicar a soberania sobre Ormuz e bombardear Omã, caso o país “ficasse no caminho” de uma resolução para a crise.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em istoe.com.br — o conteúdo pertence a IstoÉ.