Esposa de pastor que morreu após cirurgia na cabeça diz que se sente 'incompleta': 'Tínhamos planos de engravidar novamente'
Pastor morre após realizar cirurgia para corrigir má-formação no cérebro, em Goiás Helena Dantas, esposa do pastor que morreu após uma cirurgia na cabeça, contou que tinha planos de ter mais um filho e que se sente incompleta com morte de Daniel Dantas, aos 44 anos.
"Emocionalmente, sinto que eu estou amputada, estou incompleta", declarou.
O líder religioso faleceu após ser submetido a uma cirurgia para corrigir uma malformação no cérebro.
"Eu fiquei com ele por 15 anos, sendo 13 anos casados e 2 anos de namoro e noivado.
Então, foram 15 anos juntos, dedicados da minha vida a ele, minha lealdade, minha total fidelidade a ele durante todo esse tempo.
Nunca que eu casei achando que eu iria ficar viúva, ninguém casa pensando nisso”, desabafou Helena.
Daniel faleceu na noite desta sexta-feira (8).
Natural de Acreúna, na região sudoeste de Goiás, o pastor teve uma intercorrência após a cirurgia e ficou internado por cerca de duas semanas, período em que contraiu uma infecção hospitalar, segundo informou o pastor e amigo Eronilson Silva.
Ainda segundo Eronilson, a cirurgia correu bem, mas Daniel precisou ser submetido a uma nova cirurgia para conter um sangramento.
"Ele tinha um problema congênito, uma malformação cerebral, e foi aconselhado pelo médico a fazer uma cirurgia de correção, porque a qualquer momento ele poderia ter um acidente vascular cerebral (AVC)", disse ele.
Pastor que morreu após cirurgia na cabeça descobriu malformação após passar mal enquanto pilotava avião, diz viúva Arquivo pessoal/Helena Dantas LEIA TAMBÉM: Pastor morre após realizar cirurgia para corrigir má-formação no cérebro, em Goiás Pastor que morreu após cirurgia na cabeça descobriu malformação após passar mal enquanto pilotava avião, diz viúva VÍDEO: Jovem emociona ao comemorar primeira corrida de rua após tratamento contra tumor cerebral A viúva Helena explicou que, apesar da condição, Daniel vivia bem mediante o uso de medicamentos, mas tinha crises em situações de estresse ou quando ficava muito cansado.
Ela contou que o marido era piloto e descobriu o problema quando, aos 24 anos, teve uma crise convulsiva enquanto pilotava um avião, transportando malotes bancários.
“Ele conseguiu recobrar a consciência e pousar o avião.
Então, ele veio pra Goiânia, fez os exames e foi aí que constatou o problema dele”, contou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.