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Gaeco prende 7 suspeitos de facção que trocava drogas por assinaturas para projeto sobre visitas íntimas em presídios

Banda B ·
Gaeco prende 7 suspeitos de facção que trocava drogas por assinaturas para projeto sobre visitas íntimas em presídios

Uma operação do Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu sete mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão na quarta-feira (28).

A ação, denominada Operação Umbra II , investiga a atuação regional de uma facção criminosa suspeita de distribuir drogas em troca de assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular.

Viaturas policiais durante a Operação Umbra II, que cumpriu mandados contra suspeitos de integrar uma facção criminosa no Paraná e em São Paulo.

Foto: Divulgação/Gaeco.

A investigação apura as atividades do grupo especialmente em crimes relacionados ao tráfico de drogas, ao comércio de armas de fogo e ao controle disciplinar de integrantes da organização.

Segundo o promotor José Paulo Montesino Gomes da Silva, integrantes da facção teriam procurado responsáveis por pontos de tráfico para oferecer entorpecentes em troca da coleta de assinaturas.

“A facção começou a entrar em contato com os chefes das biqueiras, dos pontos de tráfico, e oferecia drogas a esses chefes caso eles conseguissem determinado número de assinaturas com as pessoas que eles eram responsáveis na região”, afirmou o promotor.

As diligências foram realizadas em Londrina, Cambé, Cascavel e Piraquara, no Paraná, além de Avaré e Marília, no estado de São Paulo.

A Justiça autorizou também buscas pessoais e domiciliares, inclusive em unidades prisionais onde estão alguns dos investigados.

Homem morre em confronto com a polícia no dia do aniversário durante operação na Grande Curitiba: “Não teve sorte” Facção teria trocado cocaína por assinaturas Um dos pontos centrais da investigação é uma campanha para coletar assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular que buscava flexibilizar as regras para visitas íntimas e conjugais em presídios.

Conforme as apurações do Gaeco, a facção teria promovido a iniciativa em Londrina e região com o objetivo de pressionar o sistema prisional.

Mensagens apreendidas indicavam a meta de conseguir 290 mil assinaturas em todo o Brasil.

Homem é espancado por colegas de adolescente após relato de suposto abuso contra a própria filha no Paraná Para estimular a participação, os integrantes distribuiriam porções de drogas às pessoas que apresentassem assinaturas coletadas.

A prática era chamada internamente de “trabalho de revertimento”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.

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