quinta-feira, 29 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Irã alerta que agressão de Israel no Golfo Pérsico pode devastar mercado global› Espanha: investigação apura falha de sinalização e possível erro humano em acidente ferroviário› Com 90% das urnas apuradas e sem vencedor definido, Israel inicia contagem dos envelopes duplos› Partidos rechaçam golpismo de Flávio Bolsonaro: ‘contestação do resultado não se sustenta’› Kim Jong Un pede que Exército aprimore prontidão para combate: ‘principal tarefa revolucionária’› Coordenador de campanha do PL admite não ter prova de fraude eleitoral› Flávio Bolsonaro corrige carta golpista e troca ‘presidente eleito’ por ‘líder do Brasil’› A vitória de Lula e os desafios da política externa› O que o caso Ana Clara revela sobre Flávio Bolsonaro e seu projeto de poder› Nos EUA, Flávio Bolsonaro se declara ‘presidente eleito’ e promete liderar oposição› Irã alerta que agressão de Israel no Golfo Pérsico pode devastar mercado global› Espanha: investigação apura falha de sinalização e possível erro humano em acidente ferroviário› Com 90% das urnas apuradas e sem vencedor definido, Israel inicia contagem dos envelopes duplos› Partidos rechaçam golpismo de Flávio Bolsonaro: ‘contestação do resultado não se sustenta’› Kim Jong Un pede que Exército aprimore prontidão para combate: ‘principal tarefa revolucionária’› Coordenador de campanha do PL admite não ter prova de fraude eleitoral› Flávio Bolsonaro corrige carta golpista e troca ‘presidente eleito’ por ‘líder do Brasil’› A vitória de Lula e os desafios da política externa› O que o caso Ana Clara revela sobre Flávio Bolsonaro e seu projeto de poder› Nos EUA, Flávio Bolsonaro se declara ‘presidente eleito’ e promete liderar oposição
Brasil

Assédio eleitoral: MPT recebe 530 denúncias em dois dias após o 2º turno; veja o que trabalhadores e empresas devem fazer

Bem Paraná ·

O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 530 denúncias de assédio eleitoral entre a noite de domingo (25), quando terminou o segundo turno, e o fim da tarde de terça-feira (27).

Os relatos incluem ameaças de demissão, dispensas, recusa de contratação e outras punições motivadas pelo voto.

Em dois dias, o órgão recebeu mais de um quinto das 2.467 denúncias registradas em todo o ano.

Parte do movimento partiu das redes sociais, com publicações que pediam para “conferir em quem o funcionário votou” e demitir.

Uma deputada estadual foi processada por incentivar esse tipo de dispensa.

Segundo o MPT, retaliar o trabalhador por escolha política é ilegal, e quem incentiva a prática também pode ser responsabilizado, além de quem assina a demissão.

Saiba as últimas notícias de Curitiba e Paraná: entre na comunidade do Bem Paraná “O voto é secreto justamente para ninguém ter que prestar contas dele, muito menos ao chefe.

Se o seu candidato tivesse perdido, a regra seria exatamente a mesma”, afirma Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S, startup de Educação sediada no Parque Científico e Tecnológico da Unicamp, PhD pela Unicamp e gestor de carreiras.

Para Santos, demitir por voto também é “uma péssima decisão de negócio”.

Ele lembra que a rotatividade do emprego formal chegou a 33,64% em 2025, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Foram 26,6 milhões de admissões e 25,3 milhões de desligamentos no ano.

“Cada troca custa recrutamento, treinamento e meses de produtividade baixa até o novo funcionário engrenar.

E ainda tem o processo trabalhista depois”, alerta.

Ele aponta também um custo que não aparece na planilha.

Ler a notícia completa no Bem Paraná ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.

Este assunto em outros veículos

Mais de Bem Paraná

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›