Aumento de casos respiratórios provoca superlotação na rede de saúde de Ipatinga
Alta de casos respiratórios sobrecarrega rede de saúde em Ipatinga A rede de saúde de Ipatinga enfrenta um cenário de superlotação devido ao aumento da demanda por atendimentos, principalmente relacionados às síndromes respiratórias.
Nessa quinta-feira (13), a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) chegou a 180,95% de ocupação nos leitos de observação e internação, com 38 pacientes internados.
O Hospital Márcio Cunha também informou que opera na capacidade máxima de atendimento.
Segundo o Hospital Márcio Cunha, além do crescimento dos casos de doenças respiratórias, característicos desta época do ano, houve aumento de atendimentos relacionados a infartos, acidentes vasculares cerebrais (AVCs), traumas e doenças crônicas descompensadas. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp A instituição informou que, em situações de superlotação, há um aumento médio de 90% na ocupação dos leitos de internação.
Para manter a assistência aos pacientes, o hospital afirmou que intensificou medidas como a otimização da utilização dos leitos e a revisão dos fluxos assistenciais.
A unidade também orienta a população a procurar o serviço de saúde mais adequado de acordo com a gravidade de cada caso.
A pressão sobre a rede municipal também se reflete no Hospital Municipal Eliane Martins.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a UTI adulto está com 100% de ocupação.
Já a internação clínica adulta opera com 110% da capacidade.
A UTI pediátrica registra 30% de ocupação, enquanto a internação clínica pediátrica está em 83%.
Hospital Márcio Cunha em Ipatinga Divulgação Diante da situação, a Secretaria Municipal de Saúde informou que está adotando medidas emergenciais para ampliar a capacidade de resposta da rede.
Entre as ações estão o reforço e a redistribuição de equipes, a reorganização do fluxo de atendimento e a priorização dos casos considerados mais graves.
A orientação da prefeitura é que pacientes com sintomas leves ou quadros de menor gravidade procurem, preferencialmente, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Segundo a secretaria, a medida busca reduzir a sobrecarga nas unidades de urgência e garantir mais agilidade no atendimento de pacientes que necessitam de cuidados imediatos.
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