Verstappen encara desafio em Singapura após vitória na Malásia
Poucos dias depois de conquistar na Malásia sua primeira vitória do ano, o holandês Max Verstappen será posto à prova no sufocante circuito urbano de Singapura, onde o tetracampeão mundial nunca obteve grandes resultados na Fórmula 1.
Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp No último domingo, em Sepang (onde foi disputado o GP do Bahrein, cancelado em abril devido ao conflito no Golfo), Verstappen teve uma atuação soberana em uma corrida que precisou ser adiada em uma hora e meia após uma volta de apresentação caótica, na qual vários carros — incluindo a Red Bull do holandês — ficaram parados devido a uma falha de software nas configurações para pista molhada.
“Foi uma loucura”, disse Verstappen após a corrida.
“Em alguns momentos, havia cinco carros lado a lado na reta porque não entendíamos a situação… Vi oito carros andando em ritmo de tartaruga e Lewis (Hamilton) parou… Não é o que se quer para o esporte”, acrescentou.
A chuva pode voltar a desempenhar um papel importante na cidade-estado tropical, com previsão de tempestades que podem afetar tanto a corrida sprint, programada para sábado, quanto o Grande Prêmio noturno de domingo, disputado sob os refletores.
Look at the detail on @audif1_’s special Singapore livery #F1 #SingaporeGP https://t.co/Hkc9r7dP9Y — Formula 1 (@F1) October 8, 2026 “A corrida mais dura do ano” Mas o calor sufocante e a umidade extrema exercem uma influência ainda maior.
Os pilotos podem perder até três quilos durante a prova mais longa do calendário, na qual completar as 62 voltas costuma levar as duas horas, o tempo máximo de corrida permitido.
Em termos físicos, “é a corrida mais dura do ano”, admitiu à AFP o francês Pierre Gasly, companheiro de equipe do argentino Franco Colapinto na Alpine.
Se hidratar durante a corrida “faz a diferença em termos de concentração”, pois “é evidente que, no final da prova, a gente fica menos lúcido entre os muros de Singapura”, explicou.
Os organizadores também estão atentos à qualidade do ar: se Singapura já é, por si só, uma das cidades mais poluídas do mundo, a situação piorou com as queimadas na vizinha Indonésia.
Caso a qualidade do ar piore, poderá haver restrições a algumas atividades de lazer ao ar livre, mas isso não afetaria a corrida.
Nestas condições extremas, Verstappen nunca venceu no circuito de rua de Marina Bay, onde a pista estreita torna as ultrapassagens — assim como em Mônaco — uma missão quase impossível.
Uma melhoria no assoalho do carro, somada ao fato de Verstappen ter finalmente entendido como extrair o máximo do carro de nova geração, o levou a uma vitória em Sepang que ele próprio descreveu como “incrível”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.gazetaesportiva.com — o conteúdo pertence a Gazeta Esportiva.