Bahia sofre 10 gols em seis jogos e acende alerta na defesa
A derrota para o Athletico, por 2 a 1, no domingo, 20, não apenas encerrou a sequência invicta do Esporte Clube Bahia na temporada, como também trouxe novamente à tona uma preocupação que vinha sendo amenizada pelos bons resultados: a fragilidade defensiva.Com o resultado na Ligga Arena, em Curitiba (PR), o Bahia chegou a dez gols sofridos nos últimos seis jogos disputados.
O número coloca a defesa tricolor entre as que mais foram vazadas no recorte entre os clubes que atualmente integram o G-6 do Campeonato Brasileiro.Considerando as seis partidas mais recentes, o Bahia tem a segunda pior defesa do grupo, empatado com o Cruzeiro e à frente apenas do Athletico.
O Furacão sofreu 14 gols no período.Veja os números:Athletico: 14 gols sofridos em seis jogosBahia: 10 gols sofridos em seis jogosCruzeiro: 10 gols sofridos em seis jogosFluminense: 9 gols sofridos em seis jogosFlamengo: 3 gols sofridos em seis jogosPalmeiras: 2 gols sofridos em seis jogosBahia sofreu dois ou mais gols em quatro jogosA sequência que aumentou a quantidade de gols sofridos pelo Bahia começou diante da Chapecoense e teve continuidade contra Vitória, Internacional, Red Bull Bragantino, Remo e Athletico.Em quatro desses seis compromissos, o sistema defensivo tricolor foi vazado pelo menos duas vezes.
Isso aconteceu nos confrontos contra Chapecoense, Internacional, Red Bull Bragantino e Athletico.O único jogo da sequência em que o Bahia não sofreu gols foi o clássico BaVi, diante do Vitória.
Contra o Remo, por sua vez, o Esquadrão sofreu uma vez.O cenário é diferente quando comparado ao período imediatamente anterior.
Nos seis jogos anteriores — contra Botafogo, Chapecoense, Atlético-MG, Corinthians, Fluminense e Vasco —, o Bahia havia sofrido apenas três gols.Naquela sequência, o Tricolor ainda conseguiu sair de campo sem ser vazado em duas oportunidades, nos empates por 0 a 0 contra Fluminense e Vasco.
Ceni terá Data Fifa para ajustar defesaCom a pausa no calendário durante a Data Fifa, Rogério Ceni terá semanas livres para trabalhar a organização defensiva e buscar soluções para o setor.A equipe passou por mudanças recentemente, principalmente após a saída de Mingo, que foi transferido para o América, do México.
Kanu passou a ser uma das alternativas para a posição, enquanto Marco Moreno, contratado há dois meses, ainda não estreou pelo Bahia.A lateral direita também teve alteração nos últimos compromissos.
Marcos Victor assumiu a posição nas duas partidas mais recentes, ocupando o lugar de Román Gómez.Bahia terá nova pedreira no retorno ao BrasileirãoO Bahia volta a campo apenas no dia 8 de outubro, após a Data Fifa, quando terá mais uma “pedreira” pela frente: o Palmeiras.
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