Cláudio Castro é alvo de buscas da PF na Operação Sem Refino 2, sobre fraude em licenças ambientais da Refit
Endereço de Cláudio Castro é alvo de busca da PF O ex-governador Cláudio Castro (PL) é alvo de buscas, nesta sexta-feira (14), da 2ª fase da Operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal (PF), que investiga possíveis fraudes fiscais pela Refit, a antiga Refinaria de Manguinhos.
Desta vez, o foco é apurar supostas irregularidades na concessão de licenças ambientais para o complexo petroquímico.
Castro já tinha sofrido buscas na 1ª etapa da Sem Refino, em maio — quando o STF mandou prender o empresário Ricardo Magro, dono da Refit.
Magro, considerado um dos maiores devedores de impostos do país, está foragido desde então.
Outro alvo de buscas nesta sexta é Bernardo Rossi, ex-secretário estadual de Ambiente do RJ.
Agentes saíram para cumprir, no total, 16 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
“A ação tem por objetivo apurar fraude na concessão de licenças ambientais para a refinaria, à revelia das diretrizes dos órgãos técnicos competentes, além de lavagem de capitais ligada ao esquema criminoso”, explicou a PF.
Alvos de busca Ana Carolina Miranda; Antonio Carlos Santos, o Pipo, advogado; Bernardo Rossi, ex-secretário estadual de Ambiente; Cláudio Castro, ex-governador; José Mauro Junior, ex-secretário estadual de Transformação Digital; Luiz Fernando Gomes, empresário da construção civil; Mauricio Leite; Os alvos podem responder por gestão fraudulenta e temerária, lavagem de capitais, sonegação fiscal, evasão de divisas, manipulação de mercado, além de crimes contra a ordem econômica envolvendo a comercialização de combustíveis.
Ao g1, o advogado Carlo Lucchione, que defende Cláudio Castro, afirmou desconhecer qualquer busca e apreensão contra o ex-governador.
A equipe tenta contato com Rossi. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Refit Reprodução/TV Globo Relembre a 1ª fase A 1ª etapa da Operação Sem Refino foi deflagrada em 15 de maio.
O empresário Ricardo Magro teve a prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Como ele mora em Miami, nos Estados Unidos, é considerado foragido.
Alvo de buscas, o ex-governador do RJ Cláudio Castro foi acusado pelos investigadores de usar a estrutura do estado para beneficiar o grupo empresarial comandado por Magro.
A PF suspeita que servidores públicos tenham recebido benefícios para deixar a Refit operar.
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