Lula vence, mas o Senado anti-STF fica: presidente reeleito pode esfriar ou inflamar a guerra com o Supremo
Petista não tem caneta para barrar impeachment de ministros nem PEC contra a Corte. Seu peso está na articulação e nas 4 vagas que deve indicar até 2030.
A vitória de Lula no domingo muda o comando do Palácio do Planalto, mas não muda a correlação de forças que mais preocupa o Supremo Tribunal Federal : o Senado. O presidente foi reeleito com 51,76% dos votos válidos (64,1 milhões), contra 48,24% (59,7 milhões) de Flávio Bolsonaro (PL), mas terá que enfrentar uma composição do Congresso com maioria do PL e de partidos que apoiaram Flávio.
E é exatamente com um Senado mais a direita que está o principal foco de pressão sobre o STF. Na prática, a reeleição define se o Executivo será freio ou combustível nesse embate. Não dá ao presidente poder de veto sobre o que mais importa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ndmais.com.br — o conteúdo pertence a ND+.