sexta-feira, 16 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Acordo amplia presença paulista no maior levantamento astronômico da história› Regeneração natural de florestas ajuda a conter o avanço de espécies invasoras› FAPESP participa de três novas chamadas internacionais do Horizon Europe› VÍDEO | Cápsula prolonga vida útil de fungo usado como bioinseticida› Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP seleciona alunos de mestrado e doutorado› Explorando o Universo a partir da sala de aula› Proteção radiológica com ênfase no uso, manuseio e preparo de fontes radioativas não seladas› MPF aciona Meta após bloqueio de entidades estudantis com posts políticos› Starlink ganha 'via no céu' para futura internet em celulares no Brasil› Por que CoreWeave está na mira do pânico em torno da IA› Acordo amplia presença paulista no maior levantamento astronômico da história› Regeneração natural de florestas ajuda a conter o avanço de espécies invasoras› FAPESP participa de três novas chamadas internacionais do Horizon Europe› VÍDEO | Cápsula prolonga vida útil de fungo usado como bioinseticida› Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP seleciona alunos de mestrado e doutorado› Explorando o Universo a partir da sala de aula› Proteção radiológica com ênfase no uso, manuseio e preparo de fontes radioativas não seladas› MPF aciona Meta após bloqueio de entidades estudantis com posts políticos› Starlink ganha 'via no céu' para futura internet em celulares no Brasil› Por que CoreWeave está na mira do pânico em torno da IA
Últimas

Morre Chiaki Ishii, primeiro medalhista olímpico do judô brasileiro

Agência Brasil ·
Morre Chiaki Ishii, primeiro medalhista olímpico do judô brasileiro

Primeiro medalhista olímpico e mundial do judô brasileiro, Chiaki Ishii morreu nesta sexta-feira (16), aos 85 anos.

A causa da morte não foi divulgada.

Ishii entrou para a história do esporte nacional ao conquistar o bronze na Olimpíada de Munique (1972), um ano após ter garantido pódio inédito para o Brasil no Mundial de Ludwigshafen – na época Alemanha Ocidental – também com bronze.

“Hoje, o judô brasileiro se despede de uma de suas maiores referências.

Chiaki Ishii foi um pioneiro que acreditou no potencial do Brasil e ajudou a mostrar ao mundo a força da nossa modalidade.

Sua história não está apenas nas medalhas que conquistou, mas também nos atletas que formou, nos ensinamentos que compartilhou e no caminho que abriu para tantas gerações.

Sua contribuição jamais será esquecida.

Que sua memória permaneça viva em nosso esporte e continue inspirando todos aqueles que vestem um judogi”, disse Paulo Wanderley, presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ).

Notícias relacionadas: Fifa pune Espanha por cantos islamofóbicos em amistoso contra Egito.

Estreante, Cruzeiro será 15º brasileiro na Libertadores Feminina.

Sem chutar a gol na Argentina, Flamengo sobrevive na Libertadores.

Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Time Brasil (@timebrasil) Nascido em Ashikaga (Japão), Chiaki Ishii chegou ao Brasil em 1964, aos 22 anos, em busca de novas oportunidades, após perder a seletiva de judô para os Jogos Olímpicos daquele ano.

Chegou a trabalhar como agricultor em uma colônia japonesa em Presidente Prudente (SP), mas não demorou muito para voltar aos tatames.

Em 1969, Chiaki Ishii optou por se naturalizar brasileiro e dois anos depois assegurou bronze no Mundial de Ludwigshafen, a primeira do Brasil na competição.

Ler a notícia completa no Agência Brasil ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em agenciabrasil.ebc.com.br — o conteúdo pertence a Agência Brasil.

Este assunto em outros veículos

Mais de Agência Brasil

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›