'Perturbador', diz ministra britânica sobre EUA exibirem fuzilamento
A ministra britânica Bridget Phillipson classificou como "perturbador" o plano dos EUA de transmitir ao vivo a execução por fuzilamento de Nidal Hasan, marcada para 3 de dezembro.
Phillipson afirmou que a decisão sobre a execução cabe ao governo americano, mas reiterou a oposição britânica à pena de morte. "Minha opinião pessoal é que sou contra a pena de morte e acho isso bastante perturbador", disse à BBC Radio 4.
O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, confirmou que a execução será pública e poderá ser acompanhada pela população. "Vamos garantir que as pessoas possam assistir, que seja público, porque elas precisam entender que há consequências sérias para esse tipo de coisa", afirmou.
Hasan, ex-major e psiquiatra do Exército americano, matou 13 pessoas e feriu 32 na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009. Ele entrou em um prédio da base armado e atirou contra militares que aguardavam exames médicos e vacinação.
Hasan foi baleado e ficou paralisado da cintura para baixo durante a troca de tiros após o ataque. A Justiça o condenou à morte em 2013, e Donald Trump ordenou sua execução por fuzilamento.
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