Cripta Imperial com restos mortais de Dom Pedro 1º reabre nos 204 anos da Independência do Brasil
Foram investidos um total de 5,3 milhões nas melhorias do Museu da Cidade de São Paulo Divulgação/Prefeitura A Cripta Imperial com os restos mortais de D.
Pedro I, da Imperatriz Leopoldina e de Dona Amélia será reaberta nesta segunda-feira (7) após processo de revitalização e melhoria da infraestrutura com investimento total de R$ 5,3 milhões.
O local, que estava fechado desde 2022, fica no subsolo do Monumento à Independência, localizado no Parque da Independência.
De acordo com a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa (SMC) e o Museu da Cidade de São Paulo, a cerimônia de reabertura será às 14h30, seguido de apresentação do Ensemble FTM, grupo musical da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, às 15h, e visitação guiada até as 17h.
A Cripta Imperial, assim como a Casa do Grito, são parte do Museu da Cidade de São Paulo, conjunto de locais históricos construídos entre os séculos 17 e 20.
Com o evento no dia 7 de setembro, o Museu inaugura a exposição “Representações da Nação: O Monumento à Independência e a Cripta Imperial”, com curadoria de Marly Rodrigues, na Cripta.
A mostra apresenta o momento da criação do Monumento e da Cripta e explica o motivo de serem construídos para reforçar e valorizar acontecimentos históricos.
Na Casa do Grito há outra exposição, a “Da Independência ao Grito: história de uma casa de pau a pique”, que mostra a relação da casa com o quadro “Independência ou Morte” e a técnica de construção pau a pique.
Ambas podem ser visitadas de terça a domingo, das 9h às 17h.
Ensemble FTM é um quarteto formado por Marcos Kiehl na flauta, Alex Ximenes no Violino, Teco Nicolai também no Violino, e Sandro Francischetti no Cello.
O repertório da banda passa da música do período Barroco até ritmos populares e contemporâneos, como o samba, o rock e o baião.
“A reabertura da Cripta Imperial tem um significado cultural muito importante para São Paulo e para o Brasil.
Estamos falando de um espaço que guarda os restos mortais de D.
Pedro I, da Imperatriz Leopoldina e de Dona Amélia e que está diretamente ligado a um dos lugares mais simbólicos da história brasileira”, destaca o Secretário Municipal de Cultura e Economia Criativa, Totó Parente.
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