Baranov: É preciso separar metais para agregar valor e para exportação
Em meio às discussões sobre como conduzir políticas públicas relacionadas aos minerais críticos, o presidente do Conselho do Simineral-PA, Anderson Baranov, destacou ser preciso dividir os metais entre aqueles escolhidos para agregar valor em território nacional e outros para exportação bruta.
“Temos uma tabela periódica aqui (no Brasil).
Nós precisamos aprofundar um estudo de cada um, pois uns tem vocação para exportação puros, enquanto outros a gente pode investir mais.
O Brasil precisa ter maturidade de entender qual é o melhor momento e qual é o melhor metal para a gente crescer a cadeia aqui, agregar valor e gerar emprego no país”, afirmou durante o Fórum Lide Mineração.
“Se a gente não aproveitar esse momento com ações concretas, vamos perder mais uma vez um bonde.
Precisamos trabalhar muito forte nisso”, acrescentou.
Leia Mais CEO da Vale vê minerais críticos como novo petróleo e Brasil ficando atrás St George e governo de MG estudam construção de refinaria de terras raras CEO da Vale pede celeridade ao PL dos minerais críticos e critica taxação Baranov comentou a experiência do Simineral em interligar as agendas ambientais e econômicas, de modo a avançar nas discussões sobre mineração consciente “Nós aproximamos a indústria dos órgãos ambientais através de um Congresso técnico.
Você começa a trazer a indústria para conversar com órgãos ambientais, mas também instituições, indígenas, quilombolas e todo mundo que é afetado.
Esse diálogo e aproximação trazem investimentos e soluções claras para o processo.
São ações, em vez de ficar só discutindo qual é o problema”, declarou.
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