Camisetas de Lula e Bolsonaro viram negócio lucrativo em Curitiba na reta final da eleição
Com a polarização, as eleições viraram uma oportunidade de ganhar dinheiro.
É o que afirma o comerciante curitibano Valmir Anselmo.
Há 14 anos, ele vende camisetas, bonés, bandeiras e toalhas de times de futebol, da Copa do Mundo em Curitiba e agora também aposta na venda desses produtos estampados com candidatos a presidente, Flavio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputam o segundo turno.
Além de aproveitar os eventos políticos, como os deste fim de semana para vender os seus produtos, ele também os expõe diariamente à beira da Rodovia dos Minérios, em Curitiba.
“As vendas estão bem boas.
E nesta última semana do segundo turno devem subir ainda mais”, conta Valmir.
Segundo ele, a venda das camisas dos dois candidatos a presidente segue o que as pesquisas eleitorais, que mostram empate técnico entre Lula e Flavio Bolsonaro.
“A venda anda igual no número de camisas.
Às vezes o Bolsonaro vende um pouco mais.
As bandeiras e bons também saem bem“.
Valmir não revela seu voto neste segundo turno.
“Eu vou no embalo do cliente.
Preciso vender, é meu trabalho”.
Leia mais Saiba por que a eleição presidencial mobiliza mais Curitiba que a disputa pelo governo do Paraná Paraná terá 1º plebiscito do Brasil para decidir a qual cidade pertencerá uma comunidade Wellington Anselmo, sobrinho do seu Valmir, ajuda nas vendas nos fins de semana.
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