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Dor nas costas afeta 80% das pessoas e pode esconder sinais de alerta; veja quando se preocupar

Bem Paraná ·

Sabe aquela dor incômoda na parte de baixo das costas que faz a gente travar na hora de levantar ou caminhar? Ela tem nome, é a lombalgia, mas, pode chamar apenas de ‘dor nas costas’.

E você não está sozinho nessa, cerca de 80% das pessoas no mundo todo vão passar por isso em algum momento da vida.

No Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) alerta que essa é uma das causas que mais levam os paranaenses às unidades de saúde e afastam trabalhadores no dia a dia.

“A nossa coluna na região da cintura carrega quase todo o peso do corpo e é o ponto central dos nossos movimentos.

Quando somamos a isso o sedentarismo, muitas horas sentados e até o desgaste natural que vem com a idade, a conta chega para as costas”, explica o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

Não existe uma única causa para a dor nas costas, que costuma aparecer de duas formas principais, sendo o ‘mau jeito’, que acontece de repente ao carregar um peso de forma errada ou fazer um movimento brusco.

Dá aquele estalo ou fisgada forte e costuma melhorar em alguns dias ou poucas semanas com o cuidado certo.

E, ainda, o ‘hábito do dia a dia’, em que a dor aparece aos poucos por causa de postura errada, muitas horas seguidas na frente da tela do computador ou celular e falta de exercícios físicos.

Com o tempo, os músculos enfraquecem e a coluna fica sobrecarregada.

Sabe aquele desgaste que costuma aparecer em exames de imagem, como o ‘bico de papagaio’ ou a hérnia de disco? Eles são super comuns com o passar dos anos e, muitas vezes, nem são a causa direta da dor.

O médico ortopedista e gerente técnico do Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier, Bruno Bodanese, explicou que nem todo desgaste na coluna, que costuma aparecer em exames de imagem, como o ‘bico de papagaio’ ou a hérnia de disco, causa dor.

“Às vezes as imagens mostram desgaste, mas a pessoa é completamente assintomática.

Isso significa que o exame de imagem (ressonância ou tomografia) deve ser sempre interpretado em conjunto com o quadro clínico, e não isoladamente.

Um achado na imagem não necessariamente explica a dor do paciente, e tratar a imagem em vez do paciente é um erro comum que pode levar a intervenções desnecessárias, inclusive cirúrgicas”, destacou.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.

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